meu Deus eu todos os Dias agradeço ao meu Deus Amado por sempre esta ao meu lado cuidando de me e todos os meus familiares, eu também todos os dias agradeço a meu Deus por eu ter muitos amigos muitos Bons pra me e todos os meus familiares eu sou um espirito de muitas felicidades por eu ter amigos maravilhosos eu peço ao mestre que nunca me desampare sempre esteja perto de me e de todos os meus queridos amigos do planeta terra que sempre estão precisando de auxilio como de amor e mas coisas como nas enfermidades e em todos os momentos desta vidas que vivemos precisando de apoio um abraços fraternos muitas luz e muita paz e Harmonia!!!!!
Como é fácil julgar o outro quando o problema não é com você...já se perguntou pelo o que essa pessoa está passando? As vezes você a ver chorar, reclamar,ficar emburrada...já passou pela sua cabeça que ela pode estar passando por um momento difícil?
Ao invés de chegar para essa pessoa e dizer o que ela tem que fazer, pergunte se ela quer fazer...as vezes o que é fácil para você para ela é totalmente diferente...nem todos estão contentes com seus trabalhos, nem todos tem amigos, nem todos são respeitados, nem todos são compreendidos, muitos vivem sua vida inteira sendo criticados...por algo que muitas vezes nem é um problema, entenda nem todos são iguais.
Deixe que Deus sabe muito bem como agir com aquele irmão. pois só ele sabe de suas necessidades e mais ninguém...então não dificulte mais a vida de uma pessoa, mas do que ela já está...quer ajudar? Ore por ela e deixe que a vida siga seu curso...muitas vezes o silencio é a melhor ajuda que alguém pode prestar a outra pessoa.
Deus ilumine os caminhos de todos aqueles que necessitam dele.
AMARÁS SERVINDO Ainda quando escutes alusões em torno da suposta decadência dos valores humanos, exaltando as forças das trevas, farás da própria alma lâmpada acesa para o caminho. Mesmo quando a ambição e o orgulho te golpeiem de suspeitas e de rancores o espírito desprevenido, amarás servindo sempre. Quando alguém te aponte os males do mundo, lembrar-te-ás dos que te suportaram as fraquezas da infância, dos que te auxiliaram a pronunciar a primeira oração, dos que te encorajaram os ideais de bondade no nascedouro, e daqueles outros que partiram da Terra, abençoando-te o nome, depois de repetidos exemplos de sacrifício para que pudesses livremente viver. Recordarás os benfeitores anônimos que te deram entendimento e esperança, prosseguindo fiel ao apostolado do amor e serviço que te legaram... Para isso, não te deterás na superfície das palavras. Colocar-te-ás na posição dos que sofrem, a fim de que faças por eles tudo aquilo que desejarias se te fizesse nas mesmas circunstâncias. Ante as vítimas da penúria, imagina o que seria de ti nos refúgios de ninguém, sob a ventania da noite, carregando o corpo exausto e dolorido a que o pão mendigado não forneceu suficiente alimentação; renteando com os doentes desamparados, reflete quanto te doeria o abandono sob o guante da enfermidade, sem a presença sequer de um amigo para minorar-te o peso da angústia; à frente das crianças despejadas na rua, pensa nos filhos amados que aconchegas ao peito, e mentaliza o reconhecimento que experimentarias por alguém que os socorresse se estivessem desvalidos na via pública; e, perante os irmãos caídos em criminalidade, avalia o suplício oculto que te rasgarias entranhas da consciência, se ocupasses o lugar deles, e medita no agradecimento que passarias a consagrar aos que te perdoassem os erros, escorando-te o passo, das sombras para a luz. Ainda mesmo quando te vejas absolutamente a sós, no trabalho de bem, sob a zombaria dos que se tresmalham temporariamente no nevoeiro da negação e do egoísmo, não esmorecerás. Crendo na misericórdia da Providência Divina e nas infinitas possibilidades de renovação do homem, seguirás Jesus, o Mestre e Senhor, que, entre a humildade e a abnegação, nos ensinou a todos que o amor e o serviço ao próximo são as únicas forças capazes de sublimar a inteligência para que o Reino de Deus se estabeleça em definitivo nos domínios do coração. Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel
Vamos orar? Entremos em clima de prece. Lembremos do episódio de Jesus lavando os pés dos seus discípulos. CReiio sinceramente que Jesus continua desejando lavar os nossos pés. E é isso que Ele fara neste instante. Jesus se ajoelha e, com um vaso de barro e uma linda toalha branca, Ele passa a derramarágua sobre os nossos pés sujos de mágoas, ódios, medos, doenças e traumas. Ele quer nos deixar limpos. Peçamos ao Mestre: Jesus lave todas as impurezas da minha vida, tudo aquilo que me afasta do amor e do bem. E me ensine a não me sujar outra vez. Assim seja. De Lucca
O Amor Divino... O que seria do amor...se não fosse a dor? Seria um lugar onde todos venceriam, mas que gosto teriam? Sem nunca terem sofrido, será que dariam valor ao seu semelhante?... Será que agradeceriam suas conquistas?.... Ou o mais importante...será que conheceriam A Deus? Será que Jesus seria necessário para, Acalentar suas dores? Pois eu digo com convicção...um ser humano... Jamais conseguiria viver sem Jesus no coração. Ele é Essencial a tudo em que queremos fazer, Agradeça seus sofrimentos, pois são necessários. Sua vida tem muito valor... você pode conhecer Jesus Pelo amor, mas feliz daquele que o conhece pela dor. O sofrimento é a purificação da Alma é a libertação do seu Eu interior, você começa a dá valor a todos e a tudo as minimas coisas...as coisas mais simples. A Brisa que toca teu rosto, a borboleta que voa a teu redor, o pássaro que voa feliz...as mais belas coisas da Mãe Natureza. Deus é Luz Infinita de Amor...Jesus é nosso querido irmão que, Sempre estar pronto para nós dá a mão...por isso nunca esqueça, Meus queridos e amados irmãos tenham sempre Jesus em seu Coração. De sua amiga Fau... Abraços Fraterno!!!
Inspirar É um processo vital ao ser humano. É acender a chama que existe em cada um de nós, e deixar fluir o vigor da vida. E a inspiração está nas coisas mais simples: -Na natureza -Em bons livros -Em fazer o que se gosta -Em aprender e ensinar Em recordar os melhores momentos da vida para criar momentos de vida ainda melhores, está em sonhar com o futuro e realizar este sonho, e quando estiver extraordinariamente repleto de inspiração, divida a sua chama, inspire pelo seu exemplo. Partilhe seu conhecimento, sua experiência, sua historia. Inspire à paz, à evolução e à superação de obstáculos . Traga à tona o que as pessoas têm de melhor pois inspirar é dar a vida aos sonhos, inspire outras pessoas à acreditar no futuro, a despertar seu espírito criador e a acreditar em si mesmas, para que façam coisas nunca imagináveis, inspirando pessoas a expressarem o melhor de si mesmas...abraços fraternos!!!
Escuta a voz das coisas Aprenda a escutar a voz das coisas, dos fatos, e verás como tudo fala, como tudo se comunica contigo. Em cada indelicadeza, assassino um pouco aqueles que me amam. Em cada desatenção, não sou nem educado e nem cristão. Em cada olhar de desprezo, alguém termina magoado. Em cada gesto de impaciência, dou uma bofetada invisível nos que convivem comigo. Em cada perdão que eu negue, vai um pedaço do meu egoísmo. Em cada ressentimento, revelo meu amor-próprio ferido. Em cada palavra áspera que digo, perdi alguns pontos no céu. Em cada omissão que pratico, rasgo uma folha do evangelho. Em cada esmola que eu nego, um pobre se afasta mais triste. Em cada oração que não faço, eu peco. Em cada juízo maldoso, meu lado mesquinho se aflora. Em cada fofoca que faço, peco contra o silêncio. Em cada pranto que enxugo, torno alguém mais feliz! Em cada ato de fé, eu canto um hino à vida. Em cada sorriso que espalho, planto alguma esperança. Em cada espinho, que finco, machuco algum coração. Em cada espinho que arranco, alguém beijará minha mão. Em cada rosa que oferto, os anjos dizem: Amém! Somos todos, anjos com uma asa só. E só podemos voar quando "abraçados uns aos outros luz e paz Abraços fraternos...
amigos Boa noite eu desejo a todos um final de semana com muitas paz e muitas felicidades,vamos Divulgar a Doutrina espirita com muito amor e muita Harmonia
sempre estudando, o evangelho pra saber como e a vida apos a morte porque a morte só e uma passagem de um plano pra o outro, o planeta terra só e uma escola que viemos para cá só pra resgatar o deixamos pra traz e por isto amigos que devemos estudar muito meus amigos um abraços fraternos com muito amor luz e paz!!!!
As Mães de Chico Xavier" que estreia nacionalmente nos cinemas dia 1º de abril de 2011 é baseado em fatos reais e conta a história de três mães, vivendo momentos distintos de suas vidas e que vêem sua realidade se transformar repentinamente: Ruth (Via Negromonte), cujo filho jovem enfrenta problemas com drogas; Elisa (Vanessa Gerbelli), que tenta superar a ausência do marido em casa dedicando-se integralmente ao filho, o pequeno Theo (Gabriel Pontes); e Lara (Tainá Muller), uma professora que enfrenta o dilema de uma gravidez não planejada. Suas histórias se cruzam quando elas recebem conforto e reencontram a esperança de vida através do contato mantido com Chico Xavier.Continue lendo!!!!
O site Mensagem Espírita atingiu hoje a marca de 5.000 fãs em sua página no Facebook. O número pode não parecer muito grande, mas são 5.000 pessoas que recebem diariamente mensagens espiritualistas e as compartilham com seus amigos e contatos. Continue lendo
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alam ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.
amizade é o sentimento que imanta as almas unas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação. a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida ritual'>espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Vez por outra os jornais publicam pequenas chamadas de uma febre nacional: SIMPATIA PARA EMAGRECER. Se ficasse só nisso, tudo bem! O pior é envolver o nome de FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER nesta neurose.
Vale aqui várias considerações:
1- O médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (o Chico Xavier), residente em Uberaba, é pessoa de elevada moral e seu trabalho está distante destas especulações populares.
2- Estas simpatias estão longe da seriedade do Espiritismo, que não se ocupa de banalidades humanas. Seu objetivo é o esclarecimento humano sobre sua verdadeira natureza, procurando ajudar o homem em sua caminhada de progresso. E isto principalmente utilizando-se do Evangelho de Jesus.
3- O caminho para emagrecer está em "fechar a boca" para os excessos do garfo e não há nada que faça a pessoa emagrecer, senão a disciplina do comportamento frente à gula.
4- O médium de Uberaba nada tem a ver com estas publicações. Elas são publicadas por pessoas inescrupulosas, que usam o nome do médium para tentar dar credibilidade ao texto, como que para chamar a atenção do leitor.
5- É importante dizer que o Espiritismo tem sério caráter, ocupando-se da divulgação e vivência do Evangelho, para o esclarecimento, diretriz absolutamente observada por Chico Xavier.
Portanto, lamentamos o uso do nome de Chico Xavier nestes textos inescrupulosos que correm o país. Eles provem da ignorância e ingenuidade do verdadeiro papel do Espiritismo, bem como de completo desrespeito ao trabalho do notável e respeitável médium mineiro.
A querida cidade de São Paulo completou 458 anos. Nem de longe parece com o amontoado de casas feitas de taipas de pilão, época em que os bandeirantes partiam rumo a Minas Gerais para encontrar ouro. Séculos ficaram para trás e atualmente a cidade virou uma grande metrópole de 10,4 milhões de habitantes e com uma área de 1.525 km2. sendo...
Casamento não é constituído por adversários , mas se isso ocorrer , a melhor forma de recuperar a união é tornar o outro nosso amigo parceiro.
Não devemos , no casamento , lutar a fim de impor somente a nossa vontade ,para satisfação do nosso ego.
Ao contrário de vencer, é preferível e os dois saiam vencedores.
Precisamos , também, descobrir a alegria de doar e não somente receber.
E se nos casamos é para fazer o outro feliz , também.
Casal feliz é aquele que se doa mutuamente .
Enfim, podemos enumerar vários outros ingredientes ,para que obtenhamos a felicidade conjugal, mas certamente com amor acharemos nossos próprios caminhos e conseguiremos êxito em nossa convivência.
Basicamente saibamos que, informados de todas essas virtudes ,
nada obteremos sem que elas sejam colocadas em prática ,
incansavelmente , até os últimos dias de nossa convivência a dois.
Devemos acreditar , sempre , que poderemos ser felizes.
É com essa finalidade que aqui estamos .
E seremos , se assim o quisermos.muita luz e paz!!
Devemos empreender esforços rumo a essa plantação que será cultivada dentro de nos, em nosso coração, todos os dias, com carinho e atenção,
respeito e tolerância.
A harmonia conjugal é obra de compreensão e respeito mútuo.
O casal feliz é aquele que encontra tempo par amar.
As horas divididas a dois somam muito, na estabilidade emocional de ambos.
Os cônjuges que não têm tempo um par o outro viverão em mundos diferentes , particulares , e quase nada realizarão juntos.
Quando isso ocorre , depois de alguns anos serão dois estranhos que vivem sob o mesmo teto, unidos apenas por um papel, sem que se amem verdadeiramente.
Matrimônio feliz é aquele que tem por base o amor e a amizade sincera.
Outro fator importante para a felicidade conjugal é a cumplicidade . Esse sentimento deverá alcançar todas as situações da vida .
Isto significa gostar do jeito do outro, admirar suas realizações ,
vibrar com seus afetos , perdoar seus erros , empenhar-se em seus projetos , sofrer com as suas dores , repartir as derrotas , enfim , serem unidos de verdade. Quando o casal se une de verdade , as vitórias acontecem mais facilmente . E mesmo que haja derrotas, as lágrimas derramadas serão motivos para leva-los a encarar a oportunidade sem culpas e acusações.
É possível encontrar na Terra um casal perfeito?
Um par feliz , em que cada um, com as suas possibilidades ,
complete o outro sem exigências , sem ferir e magoar?
Podemos dizer que um casamento perfeito pressupõe a união de duas pessoas perfeitas. Porém, isso é impossível aqui em nosso mundo ,
ainda tão atrasado ritual'>espiritualmente .
No entanto, não obstante os defeitos que ainda predominam em nossa sociedade, sabemos de casais que vivem muito bem e gozam de uma relativa felicidade ,
já que a felicidade total só conheceremos em outro Mundo , conforme nos disse o Cristo.
Esses casais felizes são pessoas comuns que lutam com dificuldades profissionais , familiares , e até mesmo íntimas ,porém, possuem o firme propósito de alcançarem a paz junto ao cônjuge e com as pessoas que os rodeiam.
Então, é possível encontrar a harmonia no casamento ?
Sim. É possível .
Pelo menos alguns itens importantes para o êxito da união conjugal foram destacados ,
nas páginas deste volume despretensioso.
Acrescentemos ainda que o começo de tudo é nos conscientizarmos de que , assim como eliminamos o amor, também o cultivamos .
bem reinará na Terra quando, entre os Espíritos que a vêm habitar, os bons predominarem, porque, então, farão que aí reinem o amor e a justiça, fonte do bem e da felicidade.(...)"
Assim inicia a resposta à última questão de O Livro dos Espíritos e que, à semelhança de várias outras, são atribuídas ao espírito São Luís. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, ele responde a questões que se encontram no cap. IV, itens 24 e 25; cap. V, itens 28 a 31; cap. X, itens 19 a 21; cap. XIII, item 20; cap. XVI, item 15, bem assim derrama a sua sabedoria em vários itens de O Livro dos Médiuns, lecionando conceitos acerca do ": Laboratório do Mundo Invisível" e "Das manifestações físicas espontâneas".
São Luís foi canonizado pela Igreja Católica, no ano de 1297, pelo papa Bonifácio VIII. Adquiriu renome como soberano imparcial. Filho de Branca de Castela, foi coroado rei de França, em Reims, em novembro de 1226, com apenas 12 anos de idade. Durante 10 anos, até seu casamento com Margarida de Provença, foi sua mãe que exerceu a Regência, embora somente em 1242 ele tenha assumido pessoalmente o poder, tomando o nome de Luís IX.
Sob a orientação de sua mãe, tornou-se um soberano piedoso e altruísta. Seus súditos o admiravam pela sua imparcialidade e algumas gravuras o mostram ministrando justiça sob um carvalho, numa floresta perto de Paris, recordando exatamente a qualidade que o caracterizava.
Aumentou, durante o seu reinado, o poder real à custa dos nobres , que, mesmo assim o respeitavam pela sua justiça. Ele organizou um sistema de controle para evitar abusos administrativos e, desta forma, fortalecer o poder central.
Instituiu assembléias judiciárias que, posteriormente viriam dar origem aos parlamentos.
Católico fervoroso, ele fez construir, em 1245/1248, a Sainte Chapelle, em Paris e organizou a sétima Cruzada contra o Egito, sendo capturado pelos muçulmanos em 1250.
O profeta de Nazaré o sossega, despedindo-o com a certeza de que aquela enfermidade não levaria à morte, antes era para a glória de Deus. Passados dois dias, Jesus empreende a jornada de retorno à Betânia, portanto, ao chegar ao seu destino Lázaro estava com 4 dias de sepultura, pois morrera na mesma data em que o mensageiro de Marta e Maria transmitira a Jesus o recado.
Por ser uma família distinta e estimada, havia muitas visitas na chácara de Betânia, quando a notícia da presença de Jesus O precede. Marta vai ao Seu encontro e na encruzilhada, à beira da povoação, avistando-O, fala-lhe: "Senhor, se estiveras aqui não teria morrido meu irmão." Parece uma queixa e um velado pedido, que se reveste de leve esperança.
Não longe dali ficava o sepulcro de Lázaro, num rochedo da encosta. O acesso se dava por estreita escada rústica e uma escura galeria subterrânea, com um bloco de pedra, em forma de mó, tapando a boca do sepulcro.
Jesus pede a Marta que chame sua irmã e, acompanhado ainda por todos os judeus que estavam na casa àquela hora e seguiram Maria, o Mestre se dirige ao local onde o corpo do amigo estava encerrado.
Narra o evangelista que Jesus chorou. Embora os judeus tenham comentado que aquela era a demonstração do quanto o Rabi amava Lázaro, as Suas lágrimas sentidas e sinceras se deviam à constatação da ignorância de que os homens ainda eram portadores e conseqüentemente, muitas seriam as dores que os avassalariam por largo tempo empós.
Lázaro é a forma grega da abreviação hebraica lãzãr _ Eleazar - "Deus ajuda".
É apresentado como irmão de Marta e Maria, residentes todos em Betânia, distante cerca de uma hora de Jerusalém. Era uma aldeia singela, cercada "por imensos campos de cevada, pequenos bosques de olivedos e figueiras"(1), no caminho de Jerusalém para Jericó.
A aldeia era um contraste à aspereza da Judéia, pelo verdor de que se revestia. Os declives eram cheios de folhagens, as casas brancas mostravam seus alpendres floridos e flores miúdas enfeitavam o tapete de relva verdejante.
Lázaro, como suas irmãs, amava Jesus e o dizia abertamente. Jesus era como um membro da família e recebido sempre com alegria. Quando o Mestre se encontra nas proximidades, é ali, na casinha risonha e franca que é recebido à porta pelo amigo, com efusivo abraço e o ósculo no rosto.
Em Betânia teve Jesus uma segunda família, no ninho de afeições que lhe oferecem os amigos. O amigo dedicado, Lázaro, lá estava. Era o único lugar onde o Galileu podia gozar algumas horas de sossego, de intimidade familiar _ era como se estivesse em casa. Lázaro é o grande e devotado amigo de Jesus.
É em Betânia, quando o Rabi narra ao amigo os últimos acontecimentos e explana sobre o futuro, enquanto a noite avança, que se deu o célebre episódio em que Jesus enfatiza a escolha da melhor parte, conforme narra Lucas no seu Evangelho, cap. 10:38-42.
Quando Lázaro adoeceu, no mês de shebat (fevereiro), Jesus se encontrava pregando na Peréia e as irmãs lhe remeteram um mensageiro. Foram dois dias de marcha e o recado foi breve: "Senhor, eis que está enfermo aquele que amas."
Morreu na noite de 28 para 29 de agosto de 430, aos 76 anos. Não deixou testamento, mesmo porque não tinha bens.
Os pintores medievais o retratam com o livro na mão e o coração em chamas. O livro simboliza a ciência, o coração inflamado, o amor. Sabedoria e amor foram os seus dons inseparáveis.
Interessante anotar que embora seja sempre retratado com muita pompa e luxo, mesmo como bispo ele se recusava a usar o anel e a mitra.
Esse espírito foi convidado a participar da equipe do Espírito da Verdade e suas ponderações podem ser encontradas em vários momentos da Obra Kardeciana, entre eles em O livro dos espíritos (prolegômenos, resposta às questões 495, 919 e 1009), O evangelho segundo o espiritismo (cap. III, itens 13 e 19; cap. V, item 19; cap. XII, itens 12 e 15; cap. XIV, item 9; cap. XXVII, item 23), O livro dos médius (cap. XXXI, dissertações de número 1 e XVI - Acerca do espiritismo / Sobre as sociedades espíritas).
Uma canção infantil, na voz cristalina de uma criança que insiste “Toma, lê”, faz com que ele procure o livro a respeito de São Paulo e retorne em definitivo ao cristianismo.
Sua vida daquele momento em diante seria meditar, escrever livros, discursar. Em 391, é chamado a Hipona, um grande centro comercial de cerca de 30.000 habitantes. Cinco anos depois seria sagrado bispo auxiliar de Hipona.
Grande era a luta, à época contra as chamadas heresias. Agostinho, sempre orador oficial, nos sínodos e concílios em Cartago nunca esquece que “mais valioso que a palavra é o amor fraterno... Os olhos dos doentes queimam, por isso são tratados com delicadeza... Os médicos são delicados até com os doentes mais intolerantes: suportam o insulto, dão o remédio, não revidam as ofensas.”
As palavras que mais aparecem em seus escritos são amor e caridade. Por vezes, desenvolvendo uma idéia interrompe seu raciocínio para deixar escapar gritos de amor a Deus: “Ó Senhor, amo-Te. Tu estremeceste meu coração com a palavra e fizeste nascer o amor por Ti. Tarde Te amei, ó Beleza tão amiga e tão nova, tarde Te amei... Tocaste-me, e ardo de desejo de alcançar a Tua paz.”
Duas vezes por semana falava na Igreja da Paz. Certa vez, discorrendo a respeito de São João se entusiasmou de tal forma que pregou durante cinco dias consecutivos, sempre aplaudido.
Mas, dizia: “Vossos louvores são folhas de árvores; gostaria de ver os frutos.” Tal era a admiração que tinham por Agostinho, que chegaram a acreditar que ele fosse capaz de produzir curas e lhe levavam doentes.
“Se eu tivesse poder para curar”, dizia, “curaria a mim mesmo”.
A doença que o tomou durou poucos dias. Percebendo que se avizinhava a morte, pediu que o deixassem a sós, para orar.
Agostinho nasceu a 13 de novembro de 354, em Tagaste, pequena cidade da atual Argélia. Na cidade natal transcorreram sua infância e juventude, um ambiente limitado de um povoado perdido entre montanhas.
Talhado para a oratória, ele lê e decora trechos de poetas e prosadores latinos. Aprende elementos de música, física e matemática.
Em Cartago fez seus estudos superiores e ali também entrou em contato com a alegria e esplendor das cerimônias em honras aos deuses protetores do Império.
Embora seja descrito como um jovem ponderado, dedicado aos livros, ele confessa que “amar e ser amado era uma coisa deliciosa”. Ele passou a viver com uma mulher a quem foi fiel, tendo se tornado pai em 373, com apenas 19 anos. Seu filho, de nome Adeodato, morreria aos 17 anos.
Desejava se destacar na eloqüência, confessa, por orgulho. Desejava ser o melhor. Um livro de Cícero o alerta que “a verdadeira felicidade reside na busca da sabedoria.”
Retorna à sua cidade natal e se dedica ao ensino, por treze anos, depois ensina em Cartago e Roma. Dedicou-se ao estudo das Escrituras, contudo, achou seu estilo tão simples que se desiludiu e o abandonou.
Em Milão parecia ser um homem feliz: pago pelo Estado, personagem quase oficial (ocupava a cátedra da eloqüência), respeitado como professor. No entanto, ele se mostra inquieto. Busca a verdadeira alegria e não a encontra.
Afeiçoou-se ao maniqueísmo, doutrina do profeta persa Mani. Após 12 anos, insatisfeito com as respostas que a doutrina não lhe dava, recomeça a ler os Evangelhos e assistir os sermões do bispo Ambrósio, que o recebeu como um pai.
O dia 7 de abril de 1506 assinala a data do nascimento de Francisco de Jassu y Javier, no Castelo dos Javier, perto de Pamplona, na Espanha.
Aos 19 anos foi a Paris para estudar, ali permanecendo até seus 28 anos. Com Inácio de Loyola e mais cinco seguidores, fez o voto de caridade e pobreza, no dia 15 de agosto de 1534, do qual se originou a fundação da Companhia de Jesus.
Sendo ordenado padre 3 anos mais tarde, ao contrário de Inácio de Loyola, que permaneceu na Europa, foi enviado ao Extremo Oriente.
A serviço da monarquia portuguesa fez de Goa, na Índia, o centro de difusão do seu apostolado. Sua obra rendeu frutos no Ceilão, nas ilhas do sudeste da Ásia e no Japão.
Quando viajava para iniciar uma nova etapa missionária na China, morreu nas costas do país, aos 46 anos de idade, a 3 de dezembro de 1552, sem poder desembarcar no continente.
Ficou conhecido como o Apóstolo da Índia. O valor desse jesuíta está em sua atitude pioneira de apostolado junto aos povos asiáticos. Os jesuítas detêm o mérito de terem sido nas colônias de Espanha e Portugal o único centro de cultura e um exemplo missionário nos séculos XVI e XVII.
É no capítulo "Amai os vossos inimigos" em O Evangelho segundo o espiritismo que Francisco Xavier disserta a respeito do duelo, afirmando que "Quando a caridade regular a conduta dos homens, eles conformarão seus atos e palavras a esta máxima: `Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam.' "
Da sua desencarnação à mensagem, ditada em Bordéus, em 1861, estabelece-se um período de 309 anos
Foi a conselheira que, na calada da noite, deixava sua cela e se dispunha a ouvir e aliviar as dores dos corações sofridos de muitas daquelas mulheres, simplesmente trancadas no convento, por decisão familiar e que traziam a tormenta na alma desejosa de viver de outra forma.
Em 1815 tornou-se Abadessa do Convento e, no dia 20 de fevereiro de 1822, morreu “defendendo corajosamente o Convento, a casa do Cristo, assim como a honra das jovens que ali moravam(...)”(2) , sendo “(...) assassinada por soldados que lutavam contra a Independência do Brasil.”(2) Tinha 61 anos de idade.
No dia 5 de dezembro de 1945, esse espírito amigo iniciou a orientar, inspirar e manifestar-se mediunicamente através de Divaldo Pereira Franco. Em 1949, iniciaria seu trabalho de ensaio psicográfico junto ao médium. Várias das suas mensagens figuraram nas páginas da revista “O Reformador” da Federação Espírita Brasileira, em 1956, todas assinadas por “Um espírito amigo”. Nesse mesmo ano, ela se revelaria como Joanna, e passaria a se assinar Joanna de Ângelis, brindando-nos com sua primeira obra psicografada em 1964, Messe de Amor. Depois dessa, sua produção tem sido incessante.
Por sua iniciativa, criou-se na Bahia, uma cópia imperfeita da Comunidade onde ela estagia no Plano Espiritual, dando origem à Mansão do Caminho, iniciada em 1947.
É esse espírito amigo que nos exorta na última mensagem da sua obra “Após a tempestade”: “(...) E unidos uns aos outros, entre os encarnados e com os desencarnados, sigamos.
Jesus espera: avancemos.
No século XVII ela reaparece no cenário do mundo, para mais uma vida dedicada ao Bem. Renasce em 1651, em uma cidadezinha a 81km da cidade do México, San Miguel Nepantla e recebe o nome de Juana de Asbaje y Ramirez de Santillana.
Aos três anos, aprende a ler. Aos cinco, faz versos. Aos treze anos, está na corte mexicana, tão pomposa e brilhante quanto a corte européia e ali mostraria seus dotes literários, escrevendo poemas de amor, ensaios e peças teatrais, que até hoje são citados e representadas em programas de rádio e TV.
Como sua sede de saber fosse mais forte que a ilusão de brilhar na Corte, ingressou no Convento das Carmelitas Descalças e, mais tarde, transferiu-se para a Ordem de São Jerônimo da Conceição, tomando o nome de Sóror Juana Inés de la Cruz.
Ficou conhecida como a Monja da Biblioteca, intercambiando conhecimentos e experiências com intelectuais europeus e do Novo Mundo. Estudava, escrevia poemas, ensaios, dramas, peças religiosas, cantos de Natal e música sacra. Criou fama como pintora miniaturista, fez-se competente em teologia moral, dogma, medicina, astronomia e direito canônico.
Aprendeu o latim e o português.
Morreu em 1695, aos 44 anos de idade, durante uma epidemia de peste na região, após socorrer durante dias inteiros as suas irmãs religiosas enfermas.
Sessenta e seis anos após, ela renasceu na cidade do Salvador (BA), como Joana Angélica.
Ingressando no Convento da Lapa, como franciscana, atestando o seu “ amor de ternura infinita por aquele que é o irmão da natureza” (2), tomou o nome de Sóror Joana Angélica de Jesus.
Desta forma, são assinadas duas mensagens em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no cap. IX, item 7 (A paciência) e cap. XVIII, item 15 (Dar-se-á àquele que tem).
Convidada pelos espíritos superiores a integrar a equipe do Espírito de Verdade, que traria à Terra a Terceira Revelação, em verdade, iniciou sua trajetória cristã nos tempos primeiros da Boa Nova.
Chamava-se então Joana , esposa de Cusa, intendente de Ântipas. Ouvindo Jesus, encanta-se pela mensagem. especialmente por ser uma mulher que sofria , conforme nos relata pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, o espírito Humberto de Campos, pela indiferença do marido.
Vestindo-se de forma simples, para não ser percebida, embora não deixasse de o ser, Joana de Cusa em meio ao povo, nas pregações do lago, ouvia atentamente o meigo Rabi. Absorve-lhe os ensinos e os segue.
Após a morte do esposo, necessita prover a sua e à subsistência do filho. Torna-se serva em casa de família abastada que mais tarde se transferiria para Roma, levando ambos.
Foi ali em uma tarde de agosto do ano 68 d.C. que Joana de Cusa foi martirizada com seu filho e mais de quinhentos cristãos, que tiveram seus corpos queimados de tal forma que as chamas iluminaram a cidade.
Quando , no século XII, o Sol de Assis brilhou entre os homens, Joana retornou à terra tomando vestes femininas outra vez e servindo em uma das ordens fundadas por Clara de Assis.
Aos 18 anos, em 1945, Divaldo mudou-se para Salvador, tendo sido aprovado no concurso para o IPASE (Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado), onde ingressou em 05 de novembro de 1945.
Espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em 7 de setembro de 1947. Dois anos depois iniciou a sua tarefa de psicografia. Diversas mensagens foram escritas por seu intermédio. Sob a orientação dos Benfeitores Espirituais guardou o que escreveu, até que um dia recebeu a recomendação de que queimasse tudo o que escrevera até ali, pois não passava de simples exercício.
Com a continuação, vieram novas mensagens assinadas por diversos Espíritos, dentre eles, Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como "um Espírito Amigo", ocultando-se no anonimato à espera do instante oportuno para se apresentar. Joanna revelou-se como sua orientadora espiritual, escrevendo inúmeras mensagens, num estilo agradável repassado de profunda sabedoria e infinito amor, que conforta as pessoas necessitadas de diretriz espiritual.
Em, 1964, Joanna de Ângelis selecionou várias mensagens de sua autoria e enfeixou-as no livro "Messe de Amor", que se tornou o primeiro livro psicografado por Divaldo. Atualmente, o médium é recordista e conta com 200 títulos publicados, incluindo os biográficos que retratam a sua vida e obra.
Divaldo Pereira Franco nasceu em 5 de maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, na Bahia. Filho de Francisco Pereira Franco e Ana Alves Franco (desencarnados), desde a infância que se comunica com os Espíritos. Cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, recebendo o diploma de professor primário, em 1943.
Ainda jovem, foi abalado pela morte de seu irmão mais velho, o que o deixou traumatizado e enfermo. Foram consultados diversos médicos especialistas, sem obter nenhum resultado satisfatório. Foi a mão amiga de dona Ana Ribeiro Borges que o conduziu à Doutrina Espírita, libertando-o do trauma e trazendo a consolação tanto para ele, como para toda a família.
Quando criança, a amizade sincera de um pequeno Espírito alegrou ainda mais os seus dias. Era o índio Jaguaraçu, que quer dizer: "Onça Grande". Ele vinha brincar com Divaldo no quintal de sua casa todos os dias. O índio aparentava ter uns cinco anos. Os dois amiguinhos brincavam sem perceber as horas passarem. Subiam em árvores, corriam pelo quintal, armavam lindos presépios na época de Natal. Colhiam musgos e folhagens para enfeitar as lapinhas, como eram chamados os presépios.
Eurípedes Barsanulfo nasceu em 1º de maio de 1880 na pequena cidade de Sacramento-MG, e logo cedo manifestou-se nele profunda inteligência e senso de responsabilidade, acervo naturalmente conquistado nas experiências de vidas pretéritas. Era ainda bem moço, contudo muito estudioso e com tendências para o ensino, e, em função disso, foi i
O Bandeirante de Sacramento-MG é exemplo de fé e fidelidade Espíritas.
ncumbido pelo seu mestre-escola de ensinar os próprios companheiros de aula. Respeitável representante político de sua comunidade, tornou-se secretário da Irmandade de São Vicente de Paula, tendo participado ativamente da fundação do jornal "Gazeta de Sacramento" e do "Liceu Sacramento". Logo viu-se guindado à posição natural de líder, por sua segura orientação quanto aos verdadeiros valores da vida. Através de informações prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da existência dos fenômenos espír... Continue lendo...
Entrevistas - conheça a opinião dos autores
Perispírito - Carlos de Brito Imbassahy - Trecho: O Sr. Poderia nos fornecer uma definição objetiva dos seguintes termos encontrados tanto na literatura espírita quanto não-espírita? a) Aura b) Períspirito c) Duplo Etérico (ou duplo etéreo) d) Modelo Organizador Biológico e) Corpo mental Resposta: a) Aura é um conceito que envolve uma...
Programa Transição da RedeTv - Antonio Coelho Filho em entrevista para O Consolad - Trecho: O responsável pela produção do Programa Transição, que é apresentado aos domingos à tarde na Rede TV, explica como surgiu e qual o objetivo do programa O Programa Transição veiculado pela Rede TV, com entrevistas com personalidades do movimento espírita, sempre aos domingos, às 15h15, está há mai...
Educação espírita na nova era - Dora Incontri - Trecho: Sendo o espiritismo uma doutrina de profundas conseqüências morais e sociais como abordaríamos os jovens da nova era ou como levar a doutrina a estes jovens? Resposta: Com a proposta racional, coerente e profunda do Espiritismo bem estudado e bem compreendido. A doutrina contém as ...
O temporal das incompreensões, invariavelmente, na Terra, surpreende os que procuram entender a vida como Jesus no-la reservou, repleta de santas obrigações da fraternidade, uns à frente dos outros.
Façamos de cada dia um canteiro de trabalho em favor do nosso próximo, porque o serviço aos outros é sumo bem a nós mesmos.
Guardemos o coração na confiança sincera em nosso Pai Celestial.
Ninguém renasce na Terra para gozar ou para converter a carne em instrumento de reprovável prazer
A existência, entre as criaturas terrestres, é uma porta divina que se abre à nossa firme vontade de trabalhar e renascer para o Alto.
Aqueles que dormem ou que estacionam em posição imprópria, naturalmente perdem a mais valiosa estrada de acesso à Esfera Superior.
Por isso mesmo, prossigamos para a frente, sem desânimo e sem fadiga.
A simpatia e a amizade são duas flores enraizadas no jardim do tempo.
De longe chegamos para a subida ao monte da elevação.
Manifestemos a Jesus o nosso reconhecimento profundo pelo ensejo de serviço abençoado que nos confere.
Com as dificuldades de hoje, aprendemos a reajustar os recursos que ontem relegamos ao abandono.
Não há dor sem causa e nem lágrimas sem procedência justa.
Nossos obstáculos de agora foram tecidos por nós mesmos. Tenhamos, pois, a coragem de eliminá-los a golpes de esforço próprio, buscando na caridade a luz acesa para o nosso roteiro da ascensão.
Recordações aflitivas nos possuem a alma, diante do pretérito próximo. Sofrimentos incontáveis marcaram a nossa passagem sobre a Terra de séculos passados e hoje não nos cabe senão aceitar o resultante de nossos compromissos na Vida Espiritual.
Só a humildade é a energia suficientemente segura, para sustentar-nos o êxito no serviço abençoado e não devemos esmorecer na jornada que nos compele para diante...
Sim, porque é preciso viver bem, para morrer bem. Não importa que religião você tenha.
A vida não termina com a morte, mas é transformada por ela. Eles, os nossos mortos, estão vivos. Morrer é só sair do corpo, é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma cidade para outra, sem que isso altere a pessoa em si.
Depois que se morre, vive-se com um novo corpo: o corpo ritual'>espiritual, feito de uma espécie de energia que obedece ao comando do pensamento. Por isso, no mundo dos espíritos, somos o que pensamos. Quem é equilibrado aqui, será equilibrado lá.
E daqui, do mundo físico, através do pensamento, nos comunicamos com as pessoas queridas que partiram antes de nós. Todo pensamento de angústia, de tristeza, pode atingi-las, causando mais tristeza, mais aflição. Mas, também, tudo o que pensarmos e fizermos de bom, em nome delas, as tornará felizes.
Portanto, nessa visita ao cemitério, pense positivo. Envie pensamento de paz, de amor, de alegria, para o seu ente querido. Ajude aos outros em nome dele. Reze, de acordo com a sua religião, pedindo a Deus em favor dessa pessoa pois, pelo pensamento, ela estará recebendo as nossas energias espirituais positivas.
Por fim, viva mantendo a consciência tranqüila. Nunca prejudique a ninguém e faça aos outros o bem que puder, mesmo que lhe custe sacrifício. Porque vivendo assim você também será feliz, quando deixar o seu corpo de carne, para se encontrar com as pessoas queridas que partiram antes de você."
"Aliviou-me muito uma mensagem que ganhei de um senhor de cabelos brancos, cujo nome não sei, que a distribuía, domingo, no Cemitério Jardim das Palmeiras, onde me encontrava, como de costume, chorando no túmulo do meu filho. Suas frases foram bálsamo para minha dor, por isso gostaria de reparti-la com outras pessoas na mesma situação que eu. Faça a caridade de publicá-la, para o bem de tantos sofredores atrás de remédio para suas saudades." É assim a solicitada mensagem de lógica e do consolo:
"Esta carta não quer converter você a nenhuma religião. É que, ao visitar um cemitério, sei o que você procura.
É verdade, existe um vazio dentro do seu coração, deixado pela pessoa querida que foi embora. A lembrança do rosto imóvel, do caixão, do velório, do enterro, eu sei, são recordações doloridas. As lágrimas que caem pelo seu rosto são as testemunhas dessa dor que parece impossível curar.
Pode ter certeza: a pessoa que você pensa que está morta na verdade está viva. Viva e sabendo o que acontece. Ela, inclusive, deve estar agora desejando que você esteja preparado, sabendo como é a vida depois da morte, para que, quando chegar a sua hora, você também seja feliz.
Tudo isso tentamos transmitir, sem sucesso aparente, à mulher que nos procurou extravasando seu infortúnio:
- Há seis anos, perdi meu único filho. Fiquei tão desesperada, que também perdi meu marido. Sou católica, graças a Deus, por isso não fiz o pior comigo mesma. Na verdade, não preciso me matar, porque eu também morri para o mundo, quando meu filho morreu...
As mães são assim mesmo, no seu amor pelos filhos. É preciso compreendê-las, mesmo parecendo inútil nossa colaboração. Oferecemos-lhe o livro "Coragem" de Francisco Cândido Xavier. Nele está escrito, por exemplo:
"Sejam quais forem as aflições e problemas que te agitem a estrada, confia em Deus, amando e construindo, perdoando e amparando sempre porque Deus, acima de todas as calamidades e de todas as lágrimas, te fará sobreviver, abençoando-te a vida e sustentando-te o coração."
Foi há um ano e não mais nos vimos. Na semana passada, contudo, encontramos na portaria do prédio onde trabalhamos uma carta sua, onde ela nos pede:
morte é um ponto-e-vírgula, não um ponto final. Mesmo um belo e realista conceito como este, de Gilberto Campista Guarinos, no seu livro "Centelhas de Sabedoria", não elimina a dor da separação.
A partida definitiva do ente querido machuca tanto que fez até Jesus chorar como aconteceu quando ele, chegando a Betânia, Marta, irmã de Maria e de Lázaro, seus amigos, lhe comunicou, em pranto de desespero, que o irmão falecera.
A morte só não dói nos anestesiados.
Os conceitos sobre ela se alinham mas não resolvem, pelo menos na primeira hora:
A morte, por mais triste e desconcertante, é sempre o toque de ressurgir;
A morte é uma longa viagem;
É transformação, segundo os desígnios insondáveis de Deus, mas sempre útil ao fim que Ele se propõe;
Apenas a destruição do envoltório corporal, que a alma abandona, como o faz a borboleta com a crisálida, conservando porém seu fluídico'>corpo fluídico ou rito'>perispírito;
Começo de outra vida mais feliz, o prelúdio de um novo progresso:
É uma lei natural e uma transformação necessária ao progresso e elevação da alma.
Ainda assim, como dói nas almas sensíveis!
Começando qual criança indefesa buscando a proteção de Deus, amando a si mesmo, analisando a função bendita do corpo físico e estabelecendo escolhas: do que pensa, do que fala, do que faz, do que escolhe, do que sente, do que procura e do que lhe faz feliz.
Se a felicidade onde coloca a emoção, é baseada no TER, ainda distante está da grande conquista; mas, se o esforço da busca se prescreve na análise do próprio sentimento, o dever da alma encarnada é o sentimento de filiação com Deus.
Sentir-se um filho d'Ele, em aprendizado constante, necessitado de apoio e orientação. Trabalhar a humildade e conseguir sentir-se amparado e abençoado por Ele.
Quando, na espera por respostas não encontrá-las rapidamente, aguarde... Ele nos fala ao coração; não quando exigimos respostas mas, quando o sentimento interiorizá-lo, fazendo-nos pequenino, simples e só assim, auscultaremos este Pai Magnânimo atendendo às nossas aflições. Ele falará conosco no sentimento do amor que trabalhamos em nós mesmos e talvez conseguiremos entender - tantas vezes aguardamos respostas e quando não pensamos, na acústica da mente e do coração, a resposta chega.
Teremos no bem o encontro conosco mesmo e a resposta do Céu, cada um, um dia encontrará ...
Deus nos abençoe sempre.
Gratidão,
Olhemos para nossa dificuldade de saber qual é nossa vocação, de escolher os amigos e os parceiros, de nos realizarmos profissionalmente, de lidar com dinheiro e perguntemos: Tivemos um pai dedicado a nos ensinar tudo isso? Como foi a disciplina em nossa infância e na adolescência?
Caso as respostas a essas perguntas sejam negativas, isto é, não tivemos uma mãe amorosa nem um pai disciplinador, teremos de fato muita dificuldade para lidar com as coisas simples da vida, como a de escolher um parceiro adequado, manter-se num emprego, gastar e economizar.
Acreditamos que até aqui não haja nenhuma novidade para o nosso leitor. Então perguntamos: Por que é tão difícil olhar para dentro de nós, enxergarmos essas limitações e lidar com os nossos afetos, a nossa relação paterna, materna e filial?
A inversão de papéis é muito comum nos dias atuais. Originalmente, o pai, que provê o espermatozóide, é o provedor; a mãe, que acolhe no seu ventre a nova vida, é a nutridora. Entretanto, como hoje se vê, muitas vezes a mãe sai do lar para buscar o alimento e o pai fica em casa no papel de ventre: acolhe, recebe, nutre.
Quais as conseqüências dessas mudanças? Serão elas conscientes e elaboradas? Satisfazem o ego daqueles que passam pela experiência e dos filhos que vivem a mudança? Não sabemos.
Sabemos que as respostas não são encontradas no momento em que surgem as perguntas. A história da civilização demonstra que, somente algum tempo depois de vividos os conflitos, conseguimos compreende-los e a eles responder. Mas, isso não nos impede de refletir e perguntar: Será que estamos passando por uma transição que nos levará à tese'>síntese das funções femininas e masculinas? Considerando que o Espírito não tem sexo, pois a distinção do sexo existe apenas na polarização homem e mulher, experimentados na encarnação, nossa essência ritual'>espiritual reúne ambas as energias: masculina e feminina.
As perguntas que deixamos para reflexão, portanto, seriam estas: A partir do momento em que estamos conscientes dessas duas pulsações dentro de nós, estaremos vivendo uma preparação para a unidade? Como atuar com elas, vibrando dentro de nós, sem criar mais problemas e procurando tirar melhor proveito para as relações humanas?
Embora dito assim pareça tão simples, sabemos que não o é. Nessa vida de relação complexa e povoada por tantas experiências ora positivas, ora negativas, temos falhado no exercício desses papéis. Assim, tem sido comum assistirmos a situações em que o pai faz o papel de mãe, a mãe exerce a função paterna e filhos não são filhos, mas sim os próprios pais de seus pais. Fosse fácil, os consultórios de psicologia, psico-pedagogia, pediatria e neurologia não teriam tantos clientes.
Se pararmos para pensar nessa forte, intrínseca e primordial relação, provavelmente encontraremos na base de nossos conflitos, dificuldades e doenças referentes à relação paterna e materna. De onde se originaram nossas questões fundamentais? Como? E por quê?
Olhemos para nossa dificuldade de amar, de deixar ser amado, de entrega, de confiança, de segurança, de equilíbrio e perguntemos: Tivemos uma mãe amorosa em nossa infância? Como foi essa relação na adolescência?
Olhemos para nossa dificuldade de saber qual é nossa vocação, de escolher os amigos e os parceiros, de nos realizarmos profissionalmente, de lidar com dinheiro e perguntemos: Tivemos um pai dedicado a nos ensinar tudo isso? Como foi a disciplina em nossa infância e na adolescência?
Em termos simbólicos e filosóficos, o dogma'>dogma da Santíssima Trindade representa a manifestação de uma relação profunda e indestrutível entre paternidade-amor-filho.
Essa reflexão se fundamenta na observação de que a Santíssima Trindade revelada pela Igreja Católica não apresenta a figura da mãe e sim, revela a crença na unidade divina: o Deus único que encarnou, a paternidade manifesta-se no Filho, através do Amor, simbolizado pelo Espírito Santo.
Enganamo-nos ao pensar que no ato humano da criação, em que pai-mãe se fundem para receber um rito'>espírito e criar um novo ser, repete-se a manifestação dessa unidade.
Na verdade, pai, mãe e rito'>espírito promovem uma fusão da qual é gerada um novo ser – o filho – que irá encarnar uma nova personalidade. Portanto, há um quarto elemento: a trindade traz a quaternidade.
Para Jung, a quaternidade é o símbolo da perfeição. Pai e Mãe, na Psicologia Analítica, representam mais do que os pais biológicos: são figuras arquetípicas, representam os guias, os orientadores espirituais.
Desses arquétipos temos a matriz que norteará as figuras pessoais com características do masculino e do feminino: o pai e a mãe pessoal. Em linhas breves e gerais, podemos dizer que ao Pai compete o papel de proteção, organização, o provedor, aquele que discrimina e educa. À mãe, compete basicamente a nutrição, acolhimento, afeto. Ao filho, podemos atribuir o papel de aprendiz que um dia assumirá a função de pai ou de mãe, assim sucessivamente...
E o mais interessante é que há também histórias infantis, com desenhos apropriados à infância, e conjuntos com capítulos específicos de consagradas obras da literatura espírita. Os últimos lançamentos foram conjuntos de slides do livro Nosso Lar e de episódios do livro Obreiros da Vida Eterna com cinco casos de encarnação'>desencarnação.
E a grande novidade, sem dúvida, criando enorme expectativa, é a chegada, em breve, do conjunto de cenas de slides do extraordinário livro Paulo e Estêvão. Já imaginaram? Como os demais, cujas cenas coloridas são belíssimas, com grande sensibilidade do artista que as elabora em cores vivas e muito bonitas de serem vistas, a magistral obra de Chico Xavier/Emmanuel vai marcar época para nova divulgação da obra, sempre relembrada e valorizada merecidamente!!!!
Não se assuste. Quando digo imagens, refiro-me a recursos visuais para ilustrar a palestra. É um recurso auxiliar para o expositor, que prende a atenção da platéia, e facilita a divulgação de primorosas obras da literatura espírita, estimulando o conhecimento dessas obras.
Imagine livros como Há 2.000 anos, 50 Anos Depois, Memórias de um Suicida, Voltei, Libertação, E a vida continua, entre outros, resumidos para serem contados em palestras com o recurso de slides. Pois estes slides já existem e estão disponíveis.
A Sociedade Espírita Mãos Unidas, de São Paulo, produz este material e coloca a disposição dos expositores ou instituições espíritas. Ao adquirir o conjunto de slides (média de 30 cenas por livro resumido), é fornecido também um resumo do livro e de cada cena, facilitando o expositor que, inclusive, tem liberdade de transmitir o conteúdo que a cena representa, sem prender-se ao resumo. Claro que o expositor deverá conhecer a obra, mas a tese'>síntese das histórias disponíveis permite apresentá-la em palestra, sem maiores dificuldades, desde que preparada com antecedência. Dicas que o conjunto de cenas também fornece.luz e paz...
O amor fraterno é o amor entre iguais; mas, na verdade, mesmo como iguais não somos sempre “iguais”; e por sermos humanos, temos todos necessidade de ajuda. Hoje eu, amanhã tu. Essa necessidade de ajuda, todavia, não significa que um seja desamparado e outro poderoso. O desamparo é uma condição transitória; a permanente e comum é a capacidade de erguer-se e caminhar pelos próprios pés.
Contudo, o amor ao desamparado, o amor ao pobre e ao estranho é o começo do amor fraterno. Amar a própria carne e sangue de alguém não é completa realização. O animal ama suas crias e cuida delas. O desamparado ama seu protetor, pois sua vida depende dele; o filho ama os pais, pois precisa deles. Só no amor aos que não servem uma finalidade começa o amor a desdobrar-se. De modo significativo, no Velho Testamento, o objeto central do amor humano é o pobre, o estrangeiro, a viuva, o órfão, e por fim o inimigo nacional, o egípcio e o edomita. Tendo compaixão pelo desamparado, o homem começa a desenvolver o amor por seu irmão; e em seu amor por si mesmo ama também o que necessita de auxílio, o frágil, o inseguro ser humano. A compaixão envolve o elemento de conhecimento e de identificação. “Conheceis o coração do estrangeiro - diz o Velho Testamento - pois fostes estrangeiro na terra do Egito;... portanto, amai o estrangeiro!” (A mesma idéia foi expressa por Hermann Cohen em seu livro Religion de Vernuft aus den Quellen des Judentums, 2a edição, J. Kaufmann Lerlag, Frankfurt sobre Meno, 1920, pág. 168 seg.).muita paz pra todos!!!
mais fundamental espécie de amor, que alicerça todos os tipos de amor, é o amor fraterno. Entendo por isto o sentimento de responsabilidade, de cuidado, de respeito por qualquer outro ser humano, o seu conhecimento, o desejo de aprimorar-lhe a vida. Desta espécie de amor é que a Bíblia fala, quando diz: ama ao teu próximo como a Si mesmo. O amor fraterno é o amor por todos os seres humanos; caracteriza-se pela própria falta de exclusividade. Se desenvolvi a capacidade de amar, então não posso deixar de amar meus irmãos. No amor fraterno há a experiência da união com todos os homens, da solidariedade humana, do sincronismo humano. O amor fraterno baseia-se na experiência de que todos somos um. As diferenças de talento, inteligência, conhecimento são mesquinhas em comparação com a identidade do núcleo humano comum a todos os homens. A fim de sentir essa identidade é necessário penetrar da periferia até ao núcleo. Se percebe em outra pessoa principalmente a superfície, percebe principalmente as diferenças que nos separam. Se penetro até ao núcleo, percebo nossa identidade, o fato de nossa fraternidade. Essa relação de centro a centro, em vez de periferia a periferia, é “relação central”. Ou, como Simone Weil expressou com tanta beleza: “As mesmas palavras (por ex., um homem diz à sua esposa, ‘Eu te amo’) podem ser lugares comuns ou extraordinárias, de acordo com a maneira por que sejam faladas. E essa maneira depende da profundidade da região de um ser humano de que procedam, sem que a vontade seja capaz de fazer qualquer coisa. E, por um maravilhoso concerto, elas alcançam a mesma região em quem as ouve. Assim, o ouvinte pode discernir, se tiver algum poder de discernimento, qual é o valor das palavras”. (Gravit and Grace, Simone Weil, Londres, Routledge, 1955).muita luz e Harmonia
As realidades da sobrevivência acompanham a alma humana desde o berço. Intuitivamente, sabe o homem que a vida não se encontra circunscrita às estreitas atividades da terra.
O corpo é uma casa temporária a que se recolhe a nossa alma em aprendizado. Por isso mesmo, quando atingido pelas farpas da desilusão e do cansaço, o rito'>espírito humano recorda instintivamente algo intangível que se lhe afigura ao pensamento angustiado como sendo o paraíso perdido. Desajustado na Terra, pede ao Além a mensagem de reconforto e harmonia. Semelhante momento, porém, é profundamente expressivo no destino de cada alma, porque, se o coração que pede é portador da boa vontade, a resposta da vida superior não se faz esperar e um novo caminho se desdobra à frente da alma opressa e fatigada que se volta para o além, cheia de amor, sofrimento e esperança. um abraços fraternos...
Em todos os tempos, o homem sonha com a pátria celestial.
As idéias de céu e inferno jazem no pensamento de todos os povos.
Os indígenas da américa admitem o paraíso de caça abundante e danças permanentes, com reservas inesgotáveis de fumo.
Os esquimós localizavam o éden nas cavernas adornadas.
As tribos maori, que cultivam a guerra, por estado natural de felicidade, esperam que o céu lhes seja uma rinha eterna, em que se degladiem, indefinidamente.
Entre os hindus, as noções de responsabilidade e justiça estão fortemente associadas à idéia da sobrevivência. De conformidade com a crença por eles esposada, nas eras mais remotas, os encarnado'>desencarnados eram submetidos às apreciações do Juiz dos Mortos. Os bons seriam destinados ao paraíso, a a fim de e se deliciarem, ante os coros celestes, e os maus desceriam para os despenhadeiros do império de Varuna, o eus'>deus das águas, onde se instalariam em câmaras infernais, algemados uns aos outros, por laços vivos de serpentes. Situados, porém, na sementeira da verdade, sempre admitiram que, do palácio celeste ou do abismo tormentoso, as almas regressariam à esfera carnal, de modo a se adiantarem na ciência da perfeição!!l luz e paz..
Frases para refletir
Valoriza os amigos. Respeita os adversários.(Chico Xavier)
A vida não é um parágrafo, nem a morte um parêntesis. (Ana Cristina Cezar)
O amigo não é aquele que nos faz algum bem, mas aquele que está sempre e em toda parte junto conosco.
Seja sempre simpático com os mais jovens, porque são eles que vão escrever sobre você. (Cyril Connolly)
Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles. (Victor Hugo)
Nada aproxima tanto dois amigos um do outro quanto o fato de terem um inimigo comum. (Frankfort Moore)
Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca. (Darcy Ribeiro)
Viver é transformar em Luz , Fogo e Amor , tudo e a todos que tocamos.
Examina o sentido, o modo e a direção de tuas palavras, antes de pronunciá-las. (Emmanuel)
A honra é um vestido transparente. (Provérbio espanhol)um abraços fraternos!!!
Como a Justiça Divina é perfeita, não há como supor que alguém reencarne com mediunidade em tal situação sem ter como utilizá-la com bom proveito. Desse modo, parece-me evidente que a mediunidade possa ser exercida qualitativamente a contento e em intensidade satisfatória não só em atividades tradicionalmente entendidas como mediúnicas, mas, também e, até mesmo principalmente, nas simples atividades do dia-a-dia.
Logo, um abraço amoroso pode ser uma atividade mediúnica inconsciente. Por que razão um Espírito bom não aproveitaria tal oportunidade para beneficiar a pessoa abraçada, utilizando-se do agente do abraço como médium? Uma prece, um pensamento carinhoso, um aperto de mão, um olhar compassivo, são tantas as formas naturais de passe que podemos dar no dia-a-dia, com o concurso de nossos mentores e guias, em um inequívoco uso de nossa mediunidade. Quando a mãe passa a mão suavemente no cabelo de seu querido filho ou filha, não poderá ela estar usando sua mediunidade e dando um passe, apesar de inconsciente de tal fato?
fatimaluz3027 days agoSubmitter
meu Deus eu todos os Dias agradeço ao meu Deus Amado por sempre esta ao meu lado cuidando de me e todos os meus familiares, eu também todos os dias agradeço a meu Deus por eu ter muitos amigos muitos Bons pra me e todos os meus familiares eu sou um espirito de muitas felicidades por eu ter amigos maravilhosos eu peço ao mestre que nunca me desampare sempre esteja perto de me e de todos os meus queridos amigos do planeta terra que sempre estão precisando de auxilio como de amor e mas coisas como nas enfermidades e em todos os momentos desta vidas que vivemos precisando de apoio um abraços fraternos muitas luz e muita paz e Harmonia!!!!!
fatimaluz30Mar 13, 2012Submitter
Como é fácil julgar o outro quando o problema não é com você...já se perguntou pelo o que essa pessoa está passando? As vezes você a ver chorar, reclamar,ficar emburrada...já passou pela sua cabeça que ela pode estar passando por um momento difícil?
Ao invés de chegar para essa pessoa e dizer o que ela tem que fazer, pergunte se ela quer fazer...as vezes o que é fácil para você para ela é totalmente diferente...nem todos estão contentes com seus trabalhos, nem todos tem amigos, nem todos são respeitados, nem todos são compreendidos, muitos vivem sua vida inteira sendo criticados...por algo que muitas vezes nem é um problema, entenda nem todos são iguais.
Deixe que Deus sabe muito bem como agir com aquele irmão. pois só ele sabe de suas necessidades e mais ninguém...então não dificulte mais a vida de uma pessoa, mas do que ela já está...quer ajudar? Ore por ela e deixe que a vida siga seu curso...muitas vezes o silencio é a melhor ajuda que alguém pode prestar a outra pessoa.
Deus ilumine os caminhos de todos aqueles que necessitam dele.
fatimaluz30Feb 25, 2012Submitter
AMARÁS SERVINDO Ainda quando escutes alusões em torno da suposta decadência dos valores humanos, exaltando as forças das trevas, farás da própria alma lâmpada acesa para o caminho. Mesmo quando a ambição e o orgulho te golpeiem de suspeitas e de rancores o espírito desprevenido, amarás servindo sempre. Quando alguém te aponte os males do mundo, lembrar-te-ás dos que te suportaram as fraquezas da infância, dos que te auxiliaram a pronunciar a primeira oração, dos que te encorajaram os ideais de bondade no nascedouro, e daqueles outros que partiram da Terra, abençoando-te o nome, depois de repetidos exemplos de sacrifício para que pudesses livremente viver. Recordarás os benfeitores anônimos que te deram entendimento e esperança, prosseguindo fiel ao apostolado do amor e serviço que te legaram... Para isso, não te deterás na superfície das palavras. Colocar-te-ás na posição dos que sofrem, a fim de que faças por eles tudo aquilo que desejarias se te fizesse nas mesmas circunstâncias. Ante as vítimas da penúria, imagina o que seria de ti nos refúgios de ninguém, sob a ventania da noite, carregando o corpo exausto e dolorido a que o pão mendigado não forneceu suficiente alimentação; renteando com os doentes desamparados, reflete quanto te doeria o abandono sob o guante da enfermidade, sem a presença sequer de um amigo para minorar-te o peso da angústia; à frente das crianças despejadas na rua, pensa nos filhos amados que aconchegas ao peito, e mentaliza o reconhecimento que experimentarias por alguém que os socorresse se estivessem desvalidos na via pública; e, perante os irmãos caídos em criminalidade, avalia o suplício oculto que te rasgarias entranhas da consciência, se ocupasses o lugar deles, e medita no agradecimento que passarias a consagrar aos que te perdoassem os erros, escorando-te o passo, das sombras para a luz. Ainda mesmo quando te vejas absolutamente a sós, no trabalho de bem, sob a zombaria dos que se tresmalham temporariamente no nevoeiro da negação e do egoísmo, não esmorecerás. Crendo na misericórdia da Providência Divina e nas infinitas possibilidades de renovação do homem, seguirás Jesus, o Mestre e Senhor, que, entre a humildade e a abnegação, nos ensinou a todos que o amor e o serviço ao próximo são as únicas forças capazes de sublimar a inteligência para que o Reino de Deus se estabeleça em definitivo nos domínios do coração. Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel
fatimaluz30Feb 11, 2012Submitter
Vamos orar? Entremos em clima de prece. Lembremos do episódio de Jesus lavando os pés dos seus discípulos. CReiio sinceramente que Jesus continua desejando lavar os nossos pés. E é isso que Ele fara neste instante. Jesus se ajoelha e, com um vaso de barro e uma linda toalha branca, Ele passa a derramarágua sobre os nossos pés sujos de mágoas, ódios, medos, doenças e traumas. Ele quer nos deixar limpos. Peçamos ao Mestre: Jesus lave todas as impurezas da minha vida, tudo aquilo que me afasta do amor e do bem. E me ensine a não me sujar outra vez. Assim seja. De Lucca
fatimaluz30Feb 11, 2012Submitter
O Amor Divino... O que seria do amor...se não fosse a dor? Seria um lugar onde todos venceriam, mas que gosto teriam? Sem nunca terem sofrido, será que dariam valor ao seu semelhante?... Será que agradeceriam suas conquistas?.... Ou o mais importante...será que conheceriam A Deus? Será que Jesus seria necessário para, Acalentar suas dores? Pois eu digo com convicção...um ser humano... Jamais conseguiria viver sem Jesus no coração. Ele é Essencial a tudo em que queremos fazer, Agradeça seus sofrimentos, pois são necessários. Sua vida tem muito valor... você pode conhecer Jesus Pelo amor, mas feliz daquele que o conhece pela dor. O sofrimento é a purificação da Alma é a libertação do seu Eu interior, você começa a dá valor a todos e a tudo as minimas coisas...as coisas mais simples. A Brisa que toca teu rosto, a borboleta que voa a teu redor, o pássaro que voa feliz...as mais belas coisas da Mãe Natureza. Deus é Luz Infinita de Amor...Jesus é nosso querido irmão que, Sempre estar pronto para nós dá a mão...por isso nunca esqueça, Meus queridos e amados irmãos tenham sempre Jesus em seu Coração. De sua amiga Fau... Abraços Fraterno!!!
fatimaluz30Feb 11, 2012Submitter
Inspirar É um processo vital ao ser humano. É acender a chama que existe em cada um de nós, e deixar fluir o vigor da vida. E a inspiração está nas coisas mais simples: -Na natureza -Em bons livros -Em fazer o que se gosta -Em aprender e ensinar Em recordar os melhores momentos da vida para criar momentos de vida ainda melhores, está em sonhar com o futuro e realizar este sonho, e quando estiver extraordinariamente repleto de inspiração, divida a sua chama, inspire pelo seu exemplo. Partilhe seu conhecimento, sua experiência, sua historia. Inspire à paz, à evolução e à superação de obstáculos . Traga à tona o que as pessoas têm de melhor pois inspirar é dar a vida aos sonhos, inspire outras pessoas à acreditar no futuro, a despertar seu espírito criador e a acreditar em si mesmas, para que façam coisas nunca imagináveis, inspirando pessoas a expressarem o melhor de si mesmas...abraços fraternos!!!
fatimaluz30Feb 10, 2012Submitter
Escuta a voz das coisas Aprenda a escutar a voz das coisas, dos fatos, e verás como tudo fala, como tudo se comunica contigo. Em cada indelicadeza, assassino um pouco aqueles que me amam. Em cada desatenção, não sou nem educado e nem cristão. Em cada olhar de desprezo, alguém termina magoado. Em cada gesto de impaciência, dou uma bofetada invisível nos que convivem comigo. Em cada perdão que eu negue, vai um pedaço do meu egoísmo. Em cada ressentimento, revelo meu amor-próprio ferido. Em cada palavra áspera que digo, perdi alguns pontos no céu. Em cada omissão que pratico, rasgo uma folha do evangelho. Em cada esmola que eu nego, um pobre se afasta mais triste. Em cada oração que não faço, eu peco. Em cada juízo maldoso, meu lado mesquinho se aflora. Em cada fofoca que faço, peco contra o silêncio. Em cada pranto que enxugo, torno alguém mais feliz! Em cada ato de fé, eu canto um hino à vida. Em cada sorriso que espalho, planto alguma esperança. Em cada espinho, que finco, machuco algum coração. Em cada espinho que arranco, alguém beijará minha mão. Em cada rosa que oferto, os anjos dizem: Amém! Somos todos, anjos com uma asa só. E só podemos voar quando "abraçados uns aos outros luz e paz Abraços fraternos...
fatimaluz30Jan 28, 2012Submitter
amigos Boa noite eu desejo a todos um final de semana com muitas paz e muitas felicidades,vamos Divulgar a Doutrina espirita com muito amor e muita Harmonia
sempre estudando, o evangelho pra saber como e a vida apos a morte porque a morte só e uma passagem de um plano pra o outro, o planeta terra só e uma escola que viemos para cá só pra resgatar o deixamos pra traz e por isto amigos que devemos estudar muito meus amigos um abraços fraternos com muito amor luz e paz!!!!
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
As Mães de Chico Xavier" que estreia nacionalmente nos cinemas dia 1º de abril de 2011 é baseado em fatos reais e conta a história de três mães, vivendo momentos distintos de suas vidas e que vêem sua realidade se transformar repentinamente: Ruth (Via Negromonte), cujo filho jovem enfrenta problemas com drogas; Elisa (Vanessa Gerbelli), que tenta superar a ausência do marido em casa dedicando-se integralmente ao filho, o pequeno Theo (Gabriel Pontes); e Lara (Tainá Muller), uma professora que enfrenta o dilema de uma gravidez não planejada. Suas histórias se cruzam quando elas recebem conforto e reencontram a esperança de vida através do contato mantido com Chico Xavier.Continue lendo!!!!
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
O site Mensagem Espírita atingiu hoje a marca de 5.000 fãs em sua página no Facebook. O número pode não parecer muito grande, mas são 5.000 pessoas que recebem diariamente mensagens espiritualistas e as compartilham com seus amigos e contatos. Continue lendo
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alam ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
amizade é o sentimento que imanta as almas unas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação. a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida ritual'>espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Simpatia para Emagrecer
Vez por outra os jornais publicam pequenas chamadas de uma febre nacional: SIMPATIA PARA EMAGRECER. Se ficasse só nisso, tudo bem! O pior é envolver o nome de FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER nesta neurose.
Vale aqui várias considerações:
1- O médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (o Chico Xavier), residente em Uberaba, é pessoa de elevada moral e seu trabalho está distante destas especulações populares.
2- Estas simpatias estão longe da seriedade do Espiritismo, que não se ocupa de banalidades humanas. Seu objetivo é o esclarecimento humano sobre sua verdadeira natureza, procurando ajudar o homem em sua caminhada de progresso. E isto principalmente utilizando-se do Evangelho de Jesus.
3- O caminho para emagrecer está em "fechar a boca" para os excessos do garfo e não há nada que faça a pessoa emagrecer, senão a disciplina do comportamento frente à gula.
4- O médium de Uberaba nada tem a ver com estas publicações. Elas são publicadas por pessoas inescrupulosas, que usam o nome do médium para tentar dar credibilidade ao texto, como que para chamar a atenção do leitor.
5- É importante dizer que o Espiritismo tem sério caráter, ocupando-se da divulgação e vivência do Evangelho, para o esclarecimento, diretriz absolutamente observada por Chico Xavier.
Portanto, lamentamos o uso do nome de Chico Xavier nestes textos inescrupulosos que correm o país. Eles provem da ignorância e ingenuidade do verdadeiro papel do Espiritismo, bem como de completo desrespeito ao trabalho do notável e respeitável médium mineiro.
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fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
São Paulo completou 458 anos
A querida cidade de São Paulo completou 458 anos. Nem de longe parece com o amontoado de casas feitas de taipas de pilão, época em que os bandeirantes partiam rumo a Minas Gerais para encontrar ouro. Séculos ficaram para trás e atualmente a cidade virou uma grande metrópole de 10,4 milhões de habitantes e com uma área de 1.525 km2. sendo...
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Casamento não é constituído por adversários , mas se isso ocorrer , a melhor forma de recuperar a união é tornar o outro nosso amigo parceiro.
Não devemos , no casamento , lutar a fim de impor somente a nossa vontade ,para satisfação do nosso ego.
Ao contrário de vencer, é preferível e os dois saiam vencedores.
Precisamos , também, descobrir a alegria de doar e não somente receber.
E se nos casamos é para fazer o outro feliz , também.
Casal feliz é aquele que se doa mutuamente .
Enfim, podemos enumerar vários outros ingredientes ,para que obtenhamos a felicidade conjugal, mas certamente com amor acharemos nossos próprios caminhos e conseguiremos êxito em nossa convivência.
Basicamente saibamos que, informados de todas essas virtudes ,
nada obteremos sem que elas sejam colocadas em prática ,
incansavelmente , até os últimos dias de nossa convivência a dois.
Devemos acreditar , sempre , que poderemos ser felizes.
É com essa finalidade que aqui estamos .
E seremos , se assim o quisermos.muita luz e paz!!
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Devemos empreender esforços rumo a essa plantação que será cultivada dentro de nos, em nosso coração, todos os dias, com carinho e atenção,
respeito e tolerância.
A harmonia conjugal é obra de compreensão e respeito mútuo.
O casal feliz é aquele que encontra tempo par amar.
As horas divididas a dois somam muito, na estabilidade emocional de ambos.
Os cônjuges que não têm tempo um par o outro viverão em mundos diferentes , particulares , e quase nada realizarão juntos.
Quando isso ocorre , depois de alguns anos serão dois estranhos que vivem sob o mesmo teto, unidos apenas por um papel, sem que se amem verdadeiramente.
Matrimônio feliz é aquele que tem por base o amor e a amizade sincera.
Outro fator importante para a felicidade conjugal é a cumplicidade . Esse sentimento deverá alcançar todas as situações da vida .
Isto significa gostar do jeito do outro, admirar suas realizações ,
vibrar com seus afetos , perdoar seus erros , empenhar-se em seus projetos , sofrer com as suas dores , repartir as derrotas , enfim , serem unidos de verdade. Quando o casal se une de verdade , as vitórias acontecem mais facilmente . E mesmo que haja derrotas, as lágrimas derramadas serão motivos para leva-los a encarar a oportunidade sem culpas e acusações.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Vida a Dois (Casal Perfeito)
É possível encontrar na Terra um casal perfeito?
Um par feliz , em que cada um, com as suas possibilidades ,
complete o outro sem exigências , sem ferir e magoar?
Podemos dizer que um casamento perfeito pressupõe a união de duas pessoas perfeitas. Porém, isso é impossível aqui em nosso mundo ,
ainda tão atrasado ritual'>espiritualmente .
No entanto, não obstante os defeitos que ainda predominam em nossa sociedade, sabemos de casais que vivem muito bem e gozam de uma relativa felicidade ,
já que a felicidade total só conheceremos em outro Mundo , conforme nos disse o Cristo.
Esses casais felizes são pessoas comuns que lutam com dificuldades profissionais , familiares , e até mesmo íntimas ,porém, possuem o firme propósito de alcançarem a paz junto ao cônjuge e com as pessoas que os rodeiam.
Então, é possível encontrar a harmonia no casamento ?
Sim. É possível .
Pelo menos alguns itens importantes para o êxito da união conjugal foram destacados ,
nas páginas deste volume despretensioso.
Acrescentemos ainda que o começo de tudo é nos conscientizarmos de que , assim como eliminamos o amor, também o cultivamos .
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
bem reinará na Terra quando, entre os Espíritos que a vêm habitar, os bons predominarem, porque, então, farão que aí reinem o amor e a justiça, fonte do bem e da felicidade.(...)"
Assim inicia a resposta à última questão de O Livro dos Espíritos e que, à semelhança de várias outras, são atribuídas ao espírito São Luís. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, ele responde a questões que se encontram no cap. IV, itens 24 e 25; cap. V, itens 28 a 31; cap. X, itens 19 a 21; cap. XIII, item 20; cap. XVI, item 15, bem assim derrama a sua sabedoria em vários itens de O Livro dos Médiuns, lecionando conceitos acerca do ": Laboratório do Mundo Invisível" e "Das manifestações físicas espontâneas".
São Luís foi canonizado pela Igreja Católica, no ano de 1297, pelo papa Bonifácio VIII. Adquiriu renome como soberano imparcial. Filho de Branca de Castela, foi coroado rei de França, em Reims, em novembro de 1226, com apenas 12 anos de idade. Durante 10 anos, até seu casamento com Margarida de Provença, foi sua mãe que exerceu a Regência, embora somente em 1242 ele tenha assumido pessoalmente o poder, tomando o nome de Luís IX.
Sob a orientação de sua mãe, tornou-se um soberano piedoso e altruísta. Seus súditos o admiravam pela sua imparcialidade e algumas gravuras o mostram ministrando justiça sob um carvalho, numa floresta perto de Paris, recordando exatamente a qualidade que o caracterizava.
Aumentou, durante o seu reinado, o poder real à custa dos nobres , que, mesmo assim o respeitavam pela sua justiça. Ele organizou um sistema de controle para evitar abusos administrativos e, desta forma, fortalecer o poder central.
Instituiu assembléias judiciárias que, posteriormente viriam dar origem aos parlamentos.
Católico fervoroso, ele fez construir, em 1245/1248, a Sainte Chapelle, em Paris e organizou a sétima Cruzada contra o Egito, sendo capturado pelos muçulmanos em 1250.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
O profeta de Nazaré o sossega, despedindo-o com a certeza de que aquela enfermidade não levaria à morte, antes era para a glória de Deus. Passados dois dias, Jesus empreende a jornada de retorno à Betânia, portanto, ao chegar ao seu destino Lázaro estava com 4 dias de sepultura, pois morrera na mesma data em que o mensageiro de Marta e Maria transmitira a Jesus o recado.
Por ser uma família distinta e estimada, havia muitas visitas na chácara de Betânia, quando a notícia da presença de Jesus O precede. Marta vai ao Seu encontro e na encruzilhada, à beira da povoação, avistando-O, fala-lhe: "Senhor, se estiveras aqui não teria morrido meu irmão." Parece uma queixa e um velado pedido, que se reveste de leve esperança.
Não longe dali ficava o sepulcro de Lázaro, num rochedo da encosta. O acesso se dava por estreita escada rústica e uma escura galeria subterrânea, com um bloco de pedra, em forma de mó, tapando a boca do sepulcro.
Jesus pede a Marta que chame sua irmã e, acompanhado ainda por todos os judeus que estavam na casa àquela hora e seguiram Maria, o Mestre se dirige ao local onde o corpo do amigo estava encerrado.
Narra o evangelista que Jesus chorou. Embora os judeus tenham comentado que aquela era a demonstração do quanto o Rabi amava Lázaro, as Suas lágrimas sentidas e sinceras se deviam à constatação da ignorância de que os homens ainda eram portadores e conseqüentemente, muitas seriam as dores que os avassalariam por largo tempo empós.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Lázaro é a forma grega da abreviação hebraica lãzãr _ Eleazar - "Deus ajuda".
É apresentado como irmão de Marta e Maria, residentes todos em Betânia, distante cerca de uma hora de Jerusalém. Era uma aldeia singela, cercada "por imensos campos de cevada, pequenos bosques de olivedos e figueiras"(1), no caminho de Jerusalém para Jericó.
A aldeia era um contraste à aspereza da Judéia, pelo verdor de que se revestia. Os declives eram cheios de folhagens, as casas brancas mostravam seus alpendres floridos e flores miúdas enfeitavam o tapete de relva verdejante.
Lázaro, como suas irmãs, amava Jesus e o dizia abertamente. Jesus era como um membro da família e recebido sempre com alegria. Quando o Mestre se encontra nas proximidades, é ali, na casinha risonha e franca que é recebido à porta pelo amigo, com efusivo abraço e o ósculo no rosto.
Em Betânia teve Jesus uma segunda família, no ninho de afeições que lhe oferecem os amigos. O amigo dedicado, Lázaro, lá estava. Era o único lugar onde o Galileu podia gozar algumas horas de sossego, de intimidade familiar _ era como se estivesse em casa. Lázaro é o grande e devotado amigo de Jesus.
É em Betânia, quando o Rabi narra ao amigo os últimos acontecimentos e explana sobre o futuro, enquanto a noite avança, que se deu o célebre episódio em que Jesus enfatiza a escolha da melhor parte, conforme narra Lucas no seu Evangelho, cap. 10:38-42.
Quando Lázaro adoeceu, no mês de shebat (fevereiro), Jesus se encontrava pregando na Peréia e as irmãs lhe remeteram um mensageiro. Foram dois dias de marcha e o recado foi breve: "Senhor, eis que está enfermo aquele que amas."
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Morreu na noite de 28 para 29 de agosto de 430, aos 76 anos. Não deixou testamento, mesmo porque não tinha bens.
Os pintores medievais o retratam com o livro na mão e o coração em chamas. O livro simboliza a ciência, o coração inflamado, o amor. Sabedoria e amor foram os seus dons inseparáveis.
Interessante anotar que embora seja sempre retratado com muita pompa e luxo, mesmo como bispo ele se recusava a usar o anel e a mitra.
Esse espírito foi convidado a participar da equipe do Espírito da Verdade e suas ponderações podem ser encontradas em vários momentos da Obra Kardeciana, entre eles em O livro dos espíritos (prolegômenos, resposta às questões 495, 919 e 1009), O evangelho segundo o espiritismo (cap. III, itens 13 e 19; cap. V, item 19; cap. XII, itens 12 e 15; cap. XIV, item 9; cap. XXVII, item 23), O livro dos médius (cap. XXXI, dissertações de número 1 e XVI - Acerca do espiritismo / Sobre as sociedades espíritas).
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Uma canção infantil, na voz cristalina de uma criança que insiste “Toma, lê”, faz com que ele procure o livro a respeito de São Paulo e retorne em definitivo ao cristianismo.
Sua vida daquele momento em diante seria meditar, escrever livros, discursar. Em 391, é chamado a Hipona, um grande centro comercial de cerca de 30.000 habitantes. Cinco anos depois seria sagrado bispo auxiliar de Hipona.
Grande era a luta, à época contra as chamadas heresias. Agostinho, sempre orador oficial, nos sínodos e concílios em Cartago nunca esquece que “mais valioso que a palavra é o amor fraterno... Os olhos dos doentes queimam, por isso são tratados com delicadeza... Os médicos são delicados até com os doentes mais intolerantes: suportam o insulto, dão o remédio, não revidam as ofensas.”
As palavras que mais aparecem em seus escritos são amor e caridade. Por vezes, desenvolvendo uma idéia interrompe seu raciocínio para deixar escapar gritos de amor a Deus: “Ó Senhor, amo-Te. Tu estremeceste meu coração com a palavra e fizeste nascer o amor por Ti. Tarde Te amei, ó Beleza tão amiga e tão nova, tarde Te amei... Tocaste-me, e ardo de desejo de alcançar a Tua paz.”
Duas vezes por semana falava na Igreja da Paz. Certa vez, discorrendo a respeito de São João se entusiasmou de tal forma que pregou durante cinco dias consecutivos, sempre aplaudido.
Mas, dizia: “Vossos louvores são folhas de árvores; gostaria de ver os frutos.” Tal era a admiração que tinham por Agostinho, que chegaram a acreditar que ele fosse capaz de produzir curas e lhe levavam doentes.
“Se eu tivesse poder para curar”, dizia, “curaria a mim mesmo”.
A doença que o tomou durou poucos dias. Percebendo que se avizinhava a morte, pediu que o deixassem a sós, para orar.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Santo Agostinho
Agostinho nasceu a 13 de novembro de 354, em Tagaste, pequena cidade da atual Argélia. Na cidade natal transcorreram sua infância e juventude, um ambiente limitado de um povoado perdido entre montanhas.
Talhado para a oratória, ele lê e decora trechos de poetas e prosadores latinos. Aprende elementos de música, física e matemática.
Em Cartago fez seus estudos superiores e ali também entrou em contato com a alegria e esplendor das cerimônias em honras aos deuses protetores do Império.
Embora seja descrito como um jovem ponderado, dedicado aos livros, ele confessa que “amar e ser amado era uma coisa deliciosa”. Ele passou a viver com uma mulher a quem foi fiel, tendo se tornado pai em 373, com apenas 19 anos. Seu filho, de nome Adeodato, morreria aos 17 anos.
Desejava se destacar na eloqüência, confessa, por orgulho. Desejava ser o melhor. Um livro de Cícero o alerta que “a verdadeira felicidade reside na busca da sabedoria.”
Retorna à sua cidade natal e se dedica ao ensino, por treze anos, depois ensina em Cartago e Roma. Dedicou-se ao estudo das Escrituras, contudo, achou seu estilo tão simples que se desiludiu e o abandonou.
Em Milão parecia ser um homem feliz: pago pelo Estado, personagem quase oficial (ocupava a cátedra da eloqüência), respeitado como professor. No entanto, ele se mostra inquieto. Busca a verdadeira alegria e não a encontra.
Afeiçoou-se ao maniqueísmo, doutrina do profeta persa Mani. Após 12 anos, insatisfeito com as respostas que a doutrina não lhe dava, recomeça a ler os Evangelhos e assistir os sermões do bispo Ambrósio, que o recebeu como um pai.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Francisco Xavier
O dia 7 de abril de 1506 assinala a data do nascimento de Francisco de Jassu y Javier, no Castelo dos Javier, perto de Pamplona, na Espanha.
Aos 19 anos foi a Paris para estudar, ali permanecendo até seus 28 anos. Com Inácio de Loyola e mais cinco seguidores, fez o voto de caridade e pobreza, no dia 15 de agosto de 1534, do qual se originou a fundação da Companhia de Jesus.
Sendo ordenado padre 3 anos mais tarde, ao contrário de Inácio de Loyola, que permaneceu na Europa, foi enviado ao Extremo Oriente.
A serviço da monarquia portuguesa fez de Goa, na Índia, o centro de difusão do seu apostolado. Sua obra rendeu frutos no Ceilão, nas ilhas do sudeste da Ásia e no Japão.
Quando viajava para iniciar uma nova etapa missionária na China, morreu nas costas do país, aos 46 anos de idade, a 3 de dezembro de 1552, sem poder desembarcar no continente.
Ficou conhecido como o Apóstolo da Índia. O valor desse jesuíta está em sua atitude pioneira de apostolado junto aos povos asiáticos. Os jesuítas detêm o mérito de terem sido nas colônias de Espanha e Portugal o único centro de cultura e um exemplo missionário nos séculos XVI e XVII.
É no capítulo "Amai os vossos inimigos" em O Evangelho segundo o espiritismo que Francisco Xavier disserta a respeito do duelo, afirmando que "Quando a caridade regular a conduta dos homens, eles conformarão seus atos e palavras a esta máxima: `Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam.' "
Da sua desencarnação à mensagem, ditada em Bordéus, em 1861, estabelece-se um período de 309 anos
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Foi a conselheira que, na calada da noite, deixava sua cela e se dispunha a ouvir e aliviar as dores dos corações sofridos de muitas daquelas mulheres, simplesmente trancadas no convento, por decisão familiar e que traziam a tormenta na alma desejosa de viver de outra forma.
Em 1815 tornou-se Abadessa do Convento e, no dia 20 de fevereiro de 1822, morreu “defendendo corajosamente o Convento, a casa do Cristo, assim como a honra das jovens que ali moravam(...)”(2) , sendo “(...) assassinada por soldados que lutavam contra a Independência do Brasil.”(2) Tinha 61 anos de idade.
No dia 5 de dezembro de 1945, esse espírito amigo iniciou a orientar, inspirar e manifestar-se mediunicamente através de Divaldo Pereira Franco. Em 1949, iniciaria seu trabalho de ensaio psicográfico junto ao médium. Várias das suas mensagens figuraram nas páginas da revista “O Reformador” da Federação Espírita Brasileira, em 1956, todas assinadas por “Um espírito amigo”. Nesse mesmo ano, ela se revelaria como Joanna, e passaria a se assinar Joanna de Ângelis, brindando-nos com sua primeira obra psicografada em 1964, Messe de Amor. Depois dessa, sua produção tem sido incessante.
Por sua iniciativa, criou-se na Bahia, uma cópia imperfeita da Comunidade onde ela estagia no Plano Espiritual, dando origem à Mansão do Caminho, iniciada em 1947.
É esse espírito amigo que nos exorta na última mensagem da sua obra “Após a tempestade”: “(...) E unidos uns aos outros, entre os encarnados e com os desencarnados, sigamos.
Jesus espera: avancemos.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
No século XVII ela reaparece no cenário do mundo, para mais uma vida dedicada ao Bem. Renasce em 1651, em uma cidadezinha a 81km da cidade do México, San Miguel Nepantla e recebe o nome de Juana de Asbaje y Ramirez de Santillana.
Aos três anos, aprende a ler. Aos cinco, faz versos. Aos treze anos, está na corte mexicana, tão pomposa e brilhante quanto a corte européia e ali mostraria seus dotes literários, escrevendo poemas de amor, ensaios e peças teatrais, que até hoje são citados e representadas em programas de rádio e TV.
Como sua sede de saber fosse mais forte que a ilusão de brilhar na Corte, ingressou no Convento das Carmelitas Descalças e, mais tarde, transferiu-se para a Ordem de São Jerônimo da Conceição, tomando o nome de Sóror Juana Inés de la Cruz.
Ficou conhecida como a Monja da Biblioteca, intercambiando conhecimentos e experiências com intelectuais europeus e do Novo Mundo. Estudava, escrevia poemas, ensaios, dramas, peças religiosas, cantos de Natal e música sacra. Criou fama como pintora miniaturista, fez-se competente em teologia moral, dogma, medicina, astronomia e direito canônico.
Aprendeu o latim e o português.
Morreu em 1695, aos 44 anos de idade, durante uma epidemia de peste na região, após socorrer durante dias inteiros as suas irmãs religiosas enfermas.
Sessenta e seis anos após, ela renasceu na cidade do Salvador (BA), como Joana Angélica.
Ingressando no Convento da Lapa, como franciscana, atestando o seu “ amor de ternura infinita por aquele que é o irmão da natureza” (2), tomou o nome de Sóror Joana Angélica de Jesus.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Um Espírito Amigo
Desta forma, são assinadas duas mensagens em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no cap. IX, item 7 (A paciência) e cap. XVIII, item 15 (Dar-se-á àquele que tem).
Convidada pelos espíritos superiores a integrar a equipe do Espírito de Verdade, que traria à Terra a Terceira Revelação, em verdade, iniciou sua trajetória cristã nos tempos primeiros da Boa Nova.
Chamava-se então Joana , esposa de Cusa, intendente de Ântipas. Ouvindo Jesus, encanta-se pela mensagem. especialmente por ser uma mulher que sofria , conforme nos relata pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, o espírito Humberto de Campos, pela indiferença do marido.
Vestindo-se de forma simples, para não ser percebida, embora não deixasse de o ser, Joana de Cusa em meio ao povo, nas pregações do lago, ouvia atentamente o meigo Rabi. Absorve-lhe os ensinos e os segue.
Após a morte do esposo, necessita prover a sua e à subsistência do filho. Torna-se serva em casa de família abastada que mais tarde se transferiria para Roma, levando ambos.
Foi ali em uma tarde de agosto do ano 68 d.C. que Joana de Cusa foi martirizada com seu filho e mais de quinhentos cristãos, que tiveram seus corpos queimados de tal forma que as chamas iluminaram a cidade.
Quando , no século XII, o Sol de Assis brilhou entre os homens, Joana retornou à terra tomando vestes femininas outra vez e servindo em uma das ordens fundadas por Clara de Assis.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Aos 18 anos, em 1945, Divaldo mudou-se para Salvador, tendo sido aprovado no concurso para o IPASE (Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado), onde ingressou em 05 de novembro de 1945.
Espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em 7 de setembro de 1947. Dois anos depois iniciou a sua tarefa de psicografia. Diversas mensagens foram escritas por seu intermédio. Sob a orientação dos Benfeitores Espirituais guardou o que escreveu, até que um dia recebeu a recomendação de que queimasse tudo o que escrevera até ali, pois não passava de simples exercício.
Com a continuação, vieram novas mensagens assinadas por diversos Espíritos, dentre eles, Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como "um Espírito Amigo", ocultando-se no anonimato à espera do instante oportuno para se apresentar. Joanna revelou-se como sua orientadora espiritual, escrevendo inúmeras mensagens, num estilo agradável repassado de profunda sabedoria e infinito amor, que conforta as pessoas necessitadas de diretriz espiritual.
Em, 1964, Joanna de Ângelis selecionou várias mensagens de sua autoria e enfeixou-as no livro "Messe de Amor", que se tornou o primeiro livro psicografado por Divaldo. Atualmente, o médium é recordista e conta com 200 títulos publicados, incluindo os biográficos que retratam a sua vida e obra.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Divaldo Pereira Franco
Divaldo Pereira Franco nasceu em 5 de maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, na Bahia. Filho de Francisco Pereira Franco e Ana Alves Franco (desencarnados), desde a infância que se comunica com os Espíritos. Cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, recebendo o diploma de professor primário, em 1943.
Ainda jovem, foi abalado pela morte de seu irmão mais velho, o que o deixou traumatizado e enfermo. Foram consultados diversos médicos especialistas, sem obter nenhum resultado satisfatório. Foi a mão amiga de dona Ana Ribeiro Borges que o conduziu à Doutrina Espírita, libertando-o do trauma e trazendo a consolação tanto para ele, como para toda a família.
Quando criança, a amizade sincera de um pequeno Espírito alegrou ainda mais os seus dias. Era o índio Jaguaraçu, que quer dizer: "Onça Grande". Ele vinha brincar com Divaldo no quintal de sua casa todos os dias. O índio aparentava ter uns cinco anos. Os dois amiguinhos brincavam sem perceber as horas passarem. Subiam em árvores, corriam pelo quintal, armavam lindos presépios na época de Natal. Colhiam musgos e folhagens para enfeitar as lapinhas, como eram chamados os presépios.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Eurípedes Barsanulfo
Eurípedes Barsanulfo nasceu em 1º de maio de 1880 na pequena cidade de Sacramento-MG, e logo cedo manifestou-se nele profunda inteligência e senso de responsabilidade, acervo naturalmente conquistado nas experiências de vidas pretéritas. Era ainda bem moço, contudo muito estudioso e com tendências para o ensino, e, em função disso, foi i
O Bandeirante de Sacramento-MG é exemplo de fé e fidelidade Espíritas.
ncumbido pelo seu mestre-escola de ensinar os próprios companheiros de aula. Respeitável representante político de sua comunidade, tornou-se secretário da Irmandade de São Vicente de Paula, tendo participado ativamente da fundação do jornal "Gazeta de Sacramento" e do "Liceu Sacramento". Logo viu-se guindado à posição natural de líder, por sua segura orientação quanto aos verdadeiros valores da vida. Através de informações prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da existência dos fenômenos espír... Continue lendo...
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Entrevistas - conheça a opinião dos autores
Perispírito - Carlos de Brito Imbassahy - Trecho: O Sr. Poderia nos fornecer uma definição objetiva dos seguintes termos encontrados tanto na literatura espírita quanto não-espírita? a) Aura b) Períspirito c) Duplo Etérico (ou duplo etéreo) d) Modelo Organizador Biológico e) Corpo mental Resposta: a) Aura é um conceito que envolve uma...
Programa Transição da RedeTv - Antonio Coelho Filho em entrevista para O Consolad - Trecho: O responsável pela produção do Programa Transição, que é apresentado aos domingos à tarde na Rede TV, explica como surgiu e qual o objetivo do programa O Programa Transição veiculado pela Rede TV, com entrevistas com personalidades do movimento espírita, sempre aos domingos, às 15h15, está há mai...
Educação espírita na nova era - Dora Incontri - Trecho: Sendo o espiritismo uma doutrina de profundas conseqüências morais e sociais como abordaríamos os jovens da nova era ou como levar a doutrina a estes jovens? Resposta: Com a proposta racional, coerente e profunda do Espiritismo bem estudado e bem compreendido. A doutrina contém as ...
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
O temporal das incompreensões, invariavelmente, na Terra, surpreende os que procuram entender a vida como Jesus no-la reservou, repleta de santas obrigações da fraternidade, uns à frente dos outros.
Façamos de cada dia um canteiro de trabalho em favor do nosso próximo, porque o serviço aos outros é sumo bem a nós mesmos.
Guardemos o coração na confiança sincera em nosso Pai Celestial.
Ninguém renasce na Terra para gozar ou para converter a carne em instrumento de reprovável prazer
A existência, entre as criaturas terrestres, é uma porta divina que se abre à nossa firme vontade de trabalhar e renascer para o Alto.
Aqueles que dormem ou que estacionam em posição imprópria, naturalmente perdem a mais valiosa estrada de acesso à Esfera Superior.
Por isso mesmo, prossigamos para a frente, sem desânimo e sem fadiga.
O desalento é dos invigilantes.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Mensagem de Bom Ânimo
A simpatia e a amizade são duas flores enraizadas no jardim do tempo.
De longe chegamos para a subida ao monte da elevação.
Manifestemos a Jesus o nosso reconhecimento profundo pelo ensejo de serviço abençoado que nos confere.
Com as dificuldades de hoje, aprendemos a reajustar os recursos que ontem relegamos ao abandono.
Não há dor sem causa e nem lágrimas sem procedência justa.
Nossos obstáculos de agora foram tecidos por nós mesmos. Tenhamos, pois, a coragem de eliminá-los a golpes de esforço próprio, buscando na caridade a luz acesa para o nosso roteiro da ascensão.
Recordações aflitivas nos possuem a alma, diante do pretérito próximo. Sofrimentos incontáveis marcaram a nossa passagem sobre a Terra de séculos passados e hoje não nos cabe senão aceitar o resultante de nossos compromissos na Vida Espiritual.
Só a humildade é a energia suficientemente segura, para sustentar-nos o êxito no serviço abençoado e não devemos esmorecer na jornada que nos compele para diante...
Não nos falte a fé, sob a tempestade do mundo.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Sim, porque é preciso viver bem, para morrer bem. Não importa que religião você tenha.
A vida não termina com a morte, mas é transformada por ela. Eles, os nossos mortos, estão vivos. Morrer é só sair do corpo, é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma cidade para outra, sem que isso altere a pessoa em si.
Depois que se morre, vive-se com um novo corpo: o corpo ritual'>espiritual, feito de uma espécie de energia que obedece ao comando do pensamento. Por isso, no mundo dos espíritos, somos o que pensamos. Quem é equilibrado aqui, será equilibrado lá.
E daqui, do mundo físico, através do pensamento, nos comunicamos com as pessoas queridas que partiram antes de nós. Todo pensamento de angústia, de tristeza, pode atingi-las, causando mais tristeza, mais aflição. Mas, também, tudo o que pensarmos e fizermos de bom, em nome delas, as tornará felizes.
Portanto, nessa visita ao cemitério, pense positivo. Envie pensamento de paz, de amor, de alegria, para o seu ente querido. Ajude aos outros em nome dele. Reze, de acordo com a sua religião, pedindo a Deus em favor dessa pessoa pois, pelo pensamento, ela estará recebendo as nossas energias espirituais positivas.
Por fim, viva mantendo a consciência tranqüila. Nunca prejudique a ninguém e faça aos outros o bem que puder, mesmo que lhe custe sacrifício. Porque vivendo assim você também será feliz, quando deixar o seu corpo de carne, para se encontrar com as pessoas queridas que partiram antes de você."
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
"Aliviou-me muito uma mensagem que ganhei de um senhor de cabelos brancos, cujo nome não sei, que a distribuía, domingo, no Cemitério Jardim das Palmeiras, onde me encontrava, como de costume, chorando no túmulo do meu filho. Suas frases foram bálsamo para minha dor, por isso gostaria de reparti-la com outras pessoas na mesma situação que eu. Faça a caridade de publicá-la, para o bem de tantos sofredores atrás de remédio para suas saudades." É assim a solicitada mensagem de lógica e do consolo:
"Esta carta não quer converter você a nenhuma religião. É que, ao visitar um cemitério, sei o que você procura.
É verdade, existe um vazio dentro do seu coração, deixado pela pessoa querida que foi embora. A lembrança do rosto imóvel, do caixão, do velório, do enterro, eu sei, são recordações doloridas. As lágrimas que caem pelo seu rosto são as testemunhas dessa dor que parece impossível curar.
Pode ter certeza: a pessoa que você pensa que está morta na verdade está viva. Viva e sabendo o que acontece. Ela, inclusive, deve estar agora desejando que você esteja preparado, sabendo como é a vida depois da morte, para que, quando chegar a sua hora, você também seja feliz.
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Tudo isso tentamos transmitir, sem sucesso aparente, à mulher que nos procurou extravasando seu infortúnio:
- Há seis anos, perdi meu único filho. Fiquei tão desesperada, que também perdi meu marido. Sou católica, graças a Deus, por isso não fiz o pior comigo mesma. Na verdade, não preciso me matar, porque eu também morri para o mundo, quando meu filho morreu...
As mães são assim mesmo, no seu amor pelos filhos. É preciso compreendê-las, mesmo parecendo inútil nossa colaboração. Oferecemos-lhe o livro "Coragem" de Francisco Cândido Xavier. Nele está escrito, por exemplo:
"Sejam quais forem as aflições e problemas que te agitem a estrada, confia em Deus, amando e construindo, perdoando e amparando sempre porque Deus, acima de todas as calamidades e de todas as lágrimas, te fará sobreviver, abençoando-te a vida e sustentando-te o coração."
Foi há um ano e não mais nos vimos. Na semana passada, contudo, encontramos na portaria do prédio onde trabalhamos uma carta sua, onde ela nos pede:
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
morte é um ponto-e-vírgula, não um ponto final. Mesmo um belo e realista conceito como este, de Gilberto Campista Guarinos, no seu livro "Centelhas de Sabedoria", não elimina a dor da separação.
A partida definitiva do ente querido machuca tanto que fez até Jesus chorar como aconteceu quando ele, chegando a Betânia, Marta, irmã de Maria e de Lázaro, seus amigos, lhe comunicou, em pranto de desespero, que o irmão falecera.
A morte só não dói nos anestesiados.
Os conceitos sobre ela se alinham mas não resolvem, pelo menos na primeira hora:
A morte, por mais triste e desconcertante, é sempre o toque de ressurgir;
A morte é uma longa viagem;
É transformação, segundo os desígnios insondáveis de Deus, mas sempre útil ao fim que Ele se propõe;
Apenas a destruição do envoltório corporal, que a alma abandona, como o faz a borboleta com a crisálida, conservando porém seu fluídico'>corpo fluídico ou rito'>perispírito;
Começo de outra vida mais feliz, o prelúdio de um novo progresso:
É uma lei natural e uma transformação necessária ao progresso e elevação da alma.
Ainda assim, como dói nas almas sensíveis!
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Começando qual criança indefesa buscando a proteção de Deus, amando a si mesmo, analisando a função bendita do corpo físico e estabelecendo escolhas: do que pensa, do que fala, do que faz, do que escolhe, do que sente, do que procura e do que lhe faz feliz.
Se a felicidade onde coloca a emoção, é baseada no TER, ainda distante está da grande conquista; mas, se o esforço da busca se prescreve na análise do próprio sentimento, o dever da alma encarnada é o sentimento de filiação com Deus.
Sentir-se um filho d'Ele, em aprendizado constante, necessitado de apoio e orientação. Trabalhar a humildade e conseguir sentir-se amparado e abençoado por Ele.
Quando, na espera por respostas não encontrá-las rapidamente, aguarde... Ele nos fala ao coração; não quando exigimos respostas mas, quando o sentimento interiorizá-lo, fazendo-nos pequenino, simples e só assim, auscultaremos este Pai Magnânimo atendendo às nossas aflições. Ele falará conosco no sentimento do amor que trabalhamos em nós mesmos e talvez conseguiremos entender - tantas vezes aguardamos respostas e quando não pensamos, na acústica da mente e do coração, a resposta chega.
Teremos no bem o encontro conosco mesmo e a resposta do Céu, cada um, um dia encontrará ...
Deus nos abençoe sempre.
Gratidão,
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Olhemos para nossa dificuldade de saber qual é nossa vocação, de escolher os amigos e os parceiros, de nos realizarmos profissionalmente, de lidar com dinheiro e perguntemos: Tivemos um pai dedicado a nos ensinar tudo isso? Como foi a disciplina em nossa infância e na adolescência?
Caso as respostas a essas perguntas sejam negativas, isto é, não tivemos uma mãe amorosa nem um pai disciplinador, teremos de fato muita dificuldade para lidar com as coisas simples da vida, como a de escolher um parceiro adequado, manter-se num emprego, gastar e economizar.
Acreditamos que até aqui não haja nenhuma novidade para o nosso leitor. Então perguntamos: Por que é tão difícil olhar para dentro de nós, enxergarmos essas limitações e lidar com os nossos afetos, a nossa relação paterna, materna e filial?
A inversão de papéis é muito comum nos dias atuais. Originalmente, o pai, que provê o espermatozóide, é o provedor; a mãe, que acolhe no seu ventre a nova vida, é a nutridora. Entretanto, como hoje se vê, muitas vezes a mãe sai do lar para buscar o alimento e o pai fica em casa no papel de ventre: acolhe, recebe, nutre.
Quais as conseqüências dessas mudanças? Serão elas conscientes e elaboradas? Satisfazem o ego daqueles que passam pela experiência e dos filhos que vivem a mudança? Não sabemos.
Sabemos que as respostas não são encontradas no momento em que surgem as perguntas. A história da civilização demonstra que, somente algum tempo depois de vividos os conflitos, conseguimos compreende-los e a eles responder. Mas, isso não nos impede de refletir e perguntar: Será que estamos passando por uma transição que nos levará à tese'>síntese das funções femininas e masculinas? Considerando que o Espírito não tem sexo, pois a distinção do sexo existe apenas na polarização homem e mulher, experimentados na encarnação, nossa essência ritual'>espiritual reúne ambas as energias: masculina e feminina.
As perguntas que deixamos para reflexão, portanto, seriam estas: A partir do momento em que estamos conscientes dessas duas pulsações dentro de nós, estaremos vivendo uma preparação para a unidade? Como atuar com elas, vibrando dentro de nós, sem criar mais problemas e procurando tirar melhor proveito para as relações humanas?
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Embora dito assim pareça tão simples, sabemos que não o é. Nessa vida de relação complexa e povoada por tantas experiências ora positivas, ora negativas, temos falhado no exercício desses papéis. Assim, tem sido comum assistirmos a situações em que o pai faz o papel de mãe, a mãe exerce a função paterna e filhos não são filhos, mas sim os próprios pais de seus pais. Fosse fácil, os consultórios de psicologia, psico-pedagogia, pediatria e neurologia não teriam tantos clientes.
Se pararmos para pensar nessa forte, intrínseca e primordial relação, provavelmente encontraremos na base de nossos conflitos, dificuldades e doenças referentes à relação paterna e materna. De onde se originaram nossas questões fundamentais? Como? E por quê?
Olhemos para nossa dificuldade de amar, de deixar ser amado, de entrega, de confiança, de segurança, de equilíbrio e perguntemos: Tivemos uma mãe amorosa em nossa infância? Como foi essa relação na adolescência?
Olhemos para nossa dificuldade de saber qual é nossa vocação, de escolher os amigos e os parceiros, de nos realizarmos profissionalmente, de lidar com dinheiro e perguntemos: Tivemos um pai dedicado a nos ensinar tudo isso? Como foi a disciplina em nossa infância e na adolescência?
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Em termos simbólicos e filosóficos, o dogma'>dogma da Santíssima Trindade representa a manifestação de uma relação profunda e indestrutível entre paternidade-amor-filho.
Essa reflexão se fundamenta na observação de que a Santíssima Trindade revelada pela Igreja Católica não apresenta a figura da mãe e sim, revela a crença na unidade divina: o Deus único que encarnou, a paternidade manifesta-se no Filho, através do Amor, simbolizado pelo Espírito Santo.
Enganamo-nos ao pensar que no ato humano da criação, em que pai-mãe se fundem para receber um rito'>espírito e criar um novo ser, repete-se a manifestação dessa unidade.
Na verdade, pai, mãe e rito'>espírito promovem uma fusão da qual é gerada um novo ser – o filho – que irá encarnar uma nova personalidade. Portanto, há um quarto elemento: a trindade traz a quaternidade.
Para Jung, a quaternidade é o símbolo da perfeição. Pai e Mãe, na Psicologia Analítica, representam mais do que os pais biológicos: são figuras arquetípicas, representam os guias, os orientadores espirituais.
Desses arquétipos temos a matriz que norteará as figuras pessoais com características do masculino e do feminino: o pai e a mãe pessoal. Em linhas breves e gerais, podemos dizer que ao Pai compete o papel de proteção, organização, o provedor, aquele que discrimina e educa. À mãe, compete basicamente a nutrição, acolhimento, afeto. Ao filho, podemos atribuir o papel de aprendiz que um dia assumirá a função de pai ou de mãe, assim sucessivamente...
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
E o mais interessante é que há também histórias infantis, com desenhos apropriados à infância, e conjuntos com capítulos específicos de consagradas obras da literatura espírita. Os últimos lançamentos foram conjuntos de slides do livro Nosso Lar e de episódios do livro Obreiros da Vida Eterna com cinco casos de encarnação'>desencarnação.
E a grande novidade, sem dúvida, criando enorme expectativa, é a chegada, em breve, do conjunto de cenas de slides do extraordinário livro Paulo e Estêvão. Já imaginaram? Como os demais, cujas cenas coloridas são belíssimas, com grande sensibilidade do artista que as elabora em cores vivas e muito bonitas de serem vistas, a magistral obra de Chico Xavier/Emmanuel vai marcar época para nova divulgação da obra, sempre relembrada e valorizada merecidamente!!!!
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Não se assuste. Quando digo imagens, refiro-me a recursos visuais para ilustrar a palestra. É um recurso auxiliar para o expositor, que prende a atenção da platéia, e facilita a divulgação de primorosas obras da literatura espírita, estimulando o conhecimento dessas obras.
Imagine livros como Há 2.000 anos, 50 Anos Depois, Memórias de um Suicida, Voltei, Libertação, E a vida continua, entre outros, resumidos para serem contados em palestras com o recurso de slides. Pois estes slides já existem e estão disponíveis.
A Sociedade Espírita Mãos Unidas, de São Paulo, produz este material e coloca a disposição dos expositores ou instituições espíritas. Ao adquirir o conjunto de slides (média de 30 cenas por livro resumido), é fornecido também um resumo do livro e de cada cena, facilitando o expositor que, inclusive, tem liberdade de transmitir o conteúdo que a cena representa, sem prender-se ao resumo. Claro que o expositor deverá conhecer a obra, mas a tese'>síntese das histórias disponíveis permite apresentá-la em palestra, sem maiores dificuldades, desde que preparada com antecedência. Dicas que o conjunto de cenas também fornece.luz e paz...
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
O amor fraterno é o amor entre iguais; mas, na verdade, mesmo como iguais não somos sempre “iguais”; e por sermos humanos, temos todos necessidade de ajuda. Hoje eu, amanhã tu. Essa necessidade de ajuda, todavia, não significa que um seja desamparado e outro poderoso. O desamparo é uma condição transitória; a permanente e comum é a capacidade de erguer-se e caminhar pelos próprios pés.
Contudo, o amor ao desamparado, o amor ao pobre e ao estranho é o começo do amor fraterno. Amar a própria carne e sangue de alguém não é completa realização. O animal ama suas crias e cuida delas. O desamparado ama seu protetor, pois sua vida depende dele; o filho ama os pais, pois precisa deles. Só no amor aos que não servem uma finalidade começa o amor a desdobrar-se. De modo significativo, no Velho Testamento, o objeto central do amor humano é o pobre, o estrangeiro, a viuva, o órfão, e por fim o inimigo nacional, o egípcio e o edomita. Tendo compaixão pelo desamparado, o homem começa a desenvolver o amor por seu irmão; e em seu amor por si mesmo ama também o que necessita de auxílio, o frágil, o inseguro ser humano. A compaixão envolve o elemento de conhecimento e de identificação. “Conheceis o coração do estrangeiro - diz o Velho Testamento - pois fostes estrangeiro na terra do Egito;... portanto, amai o estrangeiro!” (A mesma idéia foi expressa por Hermann Cohen em seu livro Religion de Vernuft aus den Quellen des Judentums, 2a edição, J. Kaufmann Lerlag, Frankfurt sobre Meno, 1920, pág. 168 seg.).muita paz pra todos!!!
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
mais fundamental espécie de amor, que alicerça todos os tipos de amor, é o amor fraterno. Entendo por isto o sentimento de responsabilidade, de cuidado, de respeito por qualquer outro ser humano, o seu conhecimento, o desejo de aprimorar-lhe a vida. Desta espécie de amor é que a Bíblia fala, quando diz: ama ao teu próximo como a Si mesmo. O amor fraterno é o amor por todos os seres humanos; caracteriza-se pela própria falta de exclusividade. Se desenvolvi a capacidade de amar, então não posso deixar de amar meus irmãos. No amor fraterno há a experiência da união com todos os homens, da solidariedade humana, do sincronismo humano. O amor fraterno baseia-se na experiência de que todos somos um. As diferenças de talento, inteligência, conhecimento são mesquinhas em comparação com a identidade do núcleo humano comum a todos os homens. A fim de sentir essa identidade é necessário penetrar da periferia até ao núcleo. Se percebe em outra pessoa principalmente a superfície, percebe principalmente as diferenças que nos separam. Se penetro até ao núcleo, percebo nossa identidade, o fato de nossa fraternidade. Essa relação de centro a centro, em vez de periferia a periferia, é “relação central”. Ou, como Simone Weil expressou com tanta beleza: “As mesmas palavras (por ex., um homem diz à sua esposa, ‘Eu te amo’) podem ser lugares comuns ou extraordinárias, de acordo com a maneira por que sejam faladas. E essa maneira depende da profundidade da região de um ser humano de que procedam, sem que a vontade seja capaz de fazer qualquer coisa. E, por um maravilhoso concerto, elas alcançam a mesma região em quem as ouve. Assim, o ouvinte pode discernir, se tiver algum poder de discernimento, qual é o valor das palavras”. (Gravit and Grace, Simone Weil, Londres, Routledge, 1955).muita luz e Harmonia
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
As realidades da sobrevivência acompanham a alma humana desde o berço. Intuitivamente, sabe o homem que a vida não se encontra circunscrita às estreitas atividades da terra.
O corpo é uma casa temporária a que se recolhe a nossa alma em aprendizado. Por isso mesmo, quando atingido pelas farpas da desilusão e do cansaço, o rito'>espírito humano recorda instintivamente algo intangível que se lhe afigura ao pensamento angustiado como sendo o paraíso perdido. Desajustado na Terra, pede ao Além a mensagem de reconforto e harmonia. Semelhante momento, porém, é profundamente expressivo no destino de cada alma, porque, se o coração que pede é portador da boa vontade, a resposta da vida superior não se faz esperar e um novo caminho se desdobra à frente da alma opressa e fatigada que se volta para o além, cheia de amor, sofrimento e esperança. um abraços fraternos...
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
A Fé Religiosa
Em todos os tempos, o homem sonha com a pátria celestial.
As idéias de céu e inferno jazem no pensamento de todos os povos.
Os indígenas da américa admitem o paraíso de caça abundante e danças permanentes, com reservas inesgotáveis de fumo.
Os esquimós localizavam o éden nas cavernas adornadas.
As tribos maori, que cultivam a guerra, por estado natural de felicidade, esperam que o céu lhes seja uma rinha eterna, em que se degladiem, indefinidamente.
Entre os hindus, as noções de responsabilidade e justiça estão fortemente associadas à idéia da sobrevivência. De conformidade com a crença por eles esposada, nas eras mais remotas, os encarnado'>desencarnados eram submetidos às apreciações do Juiz dos Mortos. Os bons seriam destinados ao paraíso, a a fim de e se deliciarem, ante os coros celestes, e os maus desceriam para os despenhadeiros do império de Varuna, o eus'>deus das águas, onde se instalariam em câmaras infernais, algemados uns aos outros, por laços vivos de serpentes. Situados, porém, na sementeira da verdade, sempre admitiram que, do palácio celeste ou do abismo tormentoso, as almas regressariam à esfera carnal, de modo a se adiantarem na ciência da perfeição!!l luz e paz..
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Frases para refletir
Valoriza os amigos. Respeita os adversários.(Chico Xavier)
A vida não é um parágrafo, nem a morte um parêntesis. (Ana Cristina Cezar)
O amigo não é aquele que nos faz algum bem, mas aquele que está sempre e em toda parte junto conosco.
Seja sempre simpático com os mais jovens, porque são eles que vão escrever sobre você. (Cyril Connolly)
Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles. (Victor Hugo)
Nada aproxima tanto dois amigos um do outro quanto o fato de terem um inimigo comum. (Frankfort Moore)
Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca. (Darcy Ribeiro)
Viver é transformar em Luz , Fogo e Amor , tudo e a todos que tocamos.
Examina o sentido, o modo e a direção de tuas palavras, antes de pronunciá-las. (Emmanuel)
A honra é um vestido transparente. (Provérbio espanhol)um abraços fraternos!!!
fatimaluz30Jan 27, 2012Submitter
Como a Justiça Divina é perfeita, não há como supor que alguém reencarne com mediunidade em tal situação sem ter como utilizá-la com bom proveito. Desse modo, parece-me evidente que a mediunidade possa ser exercida qualitativamente a contento e em intensidade satisfatória não só em atividades tradicionalmente entendidas como mediúnicas, mas, também e, até mesmo principalmente, nas simples atividades do dia-a-dia.
Logo, um abraço amoroso pode ser uma atividade mediúnica inconsciente. Por que razão um Espírito bom não aproveitaria tal oportunidade para beneficiar a pessoa abraçada, utilizando-se do agente do abraço como médium? Uma prece, um pensamento carinhoso, um aperto de mão, um olhar compassivo, são tantas as formas naturais de passe que podemos dar no dia-a-dia, com o concurso de nossos mentores e guias, em um inequívoco uso de nossa mediunidade. Quando a mãe passa a mão suavemente no cabelo de seu querido filho ou filha, não poderá ela estar usando sua mediunidade e dando um passe, apesar de inconsciente de tal fato?